Cachorro

Conheça as principais raças de cachorros pequenos!

Raças de cachorros pequenos são ótimas para quem tem pouco espaço, mas não abre mão de ter um companheiro de 4 patas. Conheça hoje quais são as principais!

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Descubra tudo sobre as raças de cachorros pequenos 

Mas, afinal, quais as principais raças de cachorros pequenos?
Mas, afinal, quais as principais raças de cachorros pequenos?

As raças de cachorros pequenos são bem diversas, tendo para todos os gostos. Conheça algumas delas hoje e veja qual é a que melhor se encaixa no seu dia a dia.

Existem 339 raças de cães reconhecidas no mundo! E isso para falar só daquelas que têm reconhecimento pela FCI, a Fedération Cynologique Internationale. Existem, além desses, dezenas ou até centenas de raças que aguardam reconhecimento.

Dentro desse total, então, existem cachorros maiores, bem como raças de cães pequenos e médios. Eles variam também quanto à personalidade, territorialismo, necessidade de exercícios e proximidade Assim, todos encontram o cão perfeito para as estruturas da sua casa e para a sua rotina.

Os cães pequenos, aliás, encontram bastante demanda e apresentam vasta variedade. Caso você esteja pensando em adotar um cachorro, não deixe de considerar ter um de pequeno porte. Abaixo, veja os benefícios de optar por eles. Igualmente, as principais raças que se destacam dentre as menores.

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Por que cães pequenos são ótimos?

Mas, afinal, quais as vantagens de ter cães pequenos?
Mas, afinal, quais as vantagens de ter cães pequenos?

Veja alguns dos principais benefícios de escolher as raças de cachorros pequenos ao adotar um cão:

  • Ocupam menos espaço;
  • Exigem menor gasto com alimentação, pois têm menor necessidade calórica;
  • São de fácil transporte;
  • Adaptam-se bem em qualquer lugar;
  • São fáceis de cuidar;
  • Geralmente não demandam exercícios de grande esforço, mas pequenas e leves caminhadas;
  • Encantam adultos e crianças.

O que procurar ao escolher uma das raças de cachorros pequenos

Mas, afinal, o que procurar ao escolher uma das raças de cachorros pequenos?
Mas, afinal, o que procurar ao escolher uma das raças de cachorros pequenos?

Veja algumas das questões primordiais a se considerar quando se busca um cão de pequeno porte para chamar de seu:

  • Eventuais cuidados especiais;
  • Exercícios necessários;
  • Facilidade de se dar bem com outros animais e pessoas;
  • Personalidade e comportamento;
  • Doenças mais comuns da raça;
  • Expectativa de vida;
  • Tamanho médio a que chega;
  • Possibilidade de deixá-lo sozinho ou não por alguns períodos (ponto essencial para quem trabalha fora de casa ou fica longas horas longe do lar).

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As raças principais de cães pequenos

Agora que você já sabe quais são as principais vantagens em ter raças de cachorros pequenos em casa e ao que se atentar ao escolhê-las, conheça algumas das mais famosas. Abaixo você encontra várias raças interessantes e as principais características de cada uma delas.

Chihuahua 

Esse é a raça com alguns dos menores cães do mundo. Não à toa, aliás, são cachorros desse tipo que constam no Livro dos Recordes como os menores do planeta. Esses cães são originários do México e surgiram no século XIX. 

Eles se caracterizam por esbanjarem energia e coragem. São muito inteligentes e, também, são ótimas companhias para crianças. Dão-se bem com outros animais, de forma que são cachorros pequenos que se adaptam bem em lares que tenham outros pets. 

Ele exige cuidados relacionados especialmente ao seu tamanho. Afinal, as brincadeiras podem machucá-los facilmente. Assim, deve-se cuidar com impactos, bem como com a interação com animais maiores, que mesmo brincando podem causar acidentes graves.

A expectativa da vida dos Chihuahuas é de 20 anos. Por isso, você garante um amigo que, com os cuidados corretos, estará presente na sua vida por muito tempo e garantirá várias histórias para você contar.

Pomeranian 

O Pomeranian ou Lulu da Pomerânia também está entre as raças de cachorros pequenos que fazem sucesso. Eles, na verdade, pertencem à raça Spitz e são os menores exemplares dela, que possui 4 tipos diferentes de cães, que se diferenciam justamente pelo porte.

Eles são bem inteligentes, mas também são teimosos e territorialistas. Por isso, a interação com outros animais e pessoas depende de socialização desde a infância. Ainda, podem demandar adestramento.

São fáceis de cuidar e requerem exercícios leves, mas muitas brincadeiras. Outros cuidados necessários para esses cachorros pequenos se referem à pelagem, densa e comprida. Assim, escove-os diariamente.

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Papillon 

Outros cachorros pequenos que ganham o nosso coração em poucos “aus” são os da raça Papillon. Eles tem orelhinhas eretas e franjas laterais. E isso é o que dá o nome a eles, que significa borboleta em francês.

Essa é uma das raças de cachorros pequenos que esbanja alegria e companheirismo. Além disso, são muito obedientes e adoram crianças e outros animais. Ainda, são pouco territorialistas e são muito apegados aos donos. Por isso, são ótimas companhias!

Os cães dessa raça chegam até 28 centímetros de altura, no máximo. Seu peso é de até 5 kg. Eles requerem atenção especial com a dentada arcária, com escovações desde filhotes. Igualmente, com os móveis, pois eles adoram subir neles. Portanto, deixe os objetos importantes longe deles.

Yorkies 

Dentre as raças de cachorros pequenos há os yorkies, originários da Grã-Bretanha e existem desde o início do século XIX. Originalmente criados para caçar animais de toca (como coelhos e lebres) hoje são incríveis cães de companhia.

São enérgicos, têm muito apego ao dono e tendência a latir. Por isso, se você preza por silêncio, ele não é a melhor opção. Mas se busca um animal inteligente e esperto, ele é perfeito. Ainda, não se dão tão bem com crianças, embora isso possa ser resolvido com a socialização.

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Shih Tzus

Quem busca cachorros pequenos também pode se encantar com o Shih Tzu. Eles são de pequeno porte, chegando a até 28 centímetros de altura. Ainda, o peso deles costuma ser entre 4 kg e 7,2 kg.

Esses cachorros pequenos não requerem grandes espaços, mas pedem escovação diária dos pelos compridos, bem como exercícios de baixa intensidade. Eles são alegres, amorosos e amam ficar perto dos donos.

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Lhasa Apsos 

Outra das raças de cachorros pequenos que conquista a todos é a Lhasa Apso. Esses pequenos cães são originários do Tibete e são considerados sagrados. Ganhar um, aliás, é sinal de sorte. Eles têm entre 15 e 25 centímetros de altura e chegam a até 7 quilos.

Os cães dessa raça são bem apegados aos donos e são desconfiados com estranhos. Mas com a socialização eles se tornam muito amigáveis. Além disso, eles amam crianças e se dão bem com outros animais.

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Schnauzers

Por fim, mas não menos importantes, temos os cachorros pequenos do tipo Schnauzer. Eles variam têm até 30 centímetros de altura e peso médio de 7 kg. São bastante fofos, animados e afetuosos. Ainda, são teimosos e não gostam de ficar sozinhos.

E se você gostou de conhecer algumas raças de cachorros pequenos, que tal descobrir agora as raças de médio porte mais charmosas que existem? Confira em nosso conteúdo recomendado abaixo!

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Sobre o autor

Aline Mesquita

Redatora profissional e Analista de Sistemas, apaixonada pela escrita e pelo aprendizado! Especializada em Marketing de Conteúdo e SEO.

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Alergia alimentar em gatos: como identificar e tratar?

Você sabe identificar a alergia alimentar em gatos? Isso é muito importante para um tutor. Afinal, influencia na saúde do bichano. Confira dicas!

Entenda tudo sobre alergia alimentar em gatos e os cuidados necessários 

A alergia alimentar em gatos pode causar várias consequências negativas para o seu gatinho. Afinal, ele pode desenvolver doenças, intolerâncias e desnutrição.

Por isso, é crucial que todos os tutores de gatos saibam como identificar sinais de que isto ocorra. Embora algumas reações sejam naturais em alguns casos, a constância delas demonstra que algo não está bem.

A alimentação para gatos se baseia, principalmente, em proteínas. Contudo, também conta com carboidratos, gorduras e minerais, em menor grau. E há a possibilidade de que o seu felino seja alérgico a alguma substância que carregue esses nutrientes.

A alergia alimentar em gatos nada mais é do que uma intolerância a certos alimentos. Ou seja, o organismo felino tem uma reação adversa ao ingrediente. Com isso, apresentam respostas. Dentre elas estão vômitos, diarréia e aversão à comida.

Isso, então, prejudica-o. Não apenas pode causar a desnutrição, como inflamações. E essas, fora de controle, podem ser letais. Dessa forma, confira agora mesmo como identificar alergia alimentar em gatos. Igualmente, o que fazer nesses casos e cuidados.

O que pode causar alergia no gato?

São várias as causas do aparecimento de alergias. Elas podem acompanhar o felino desde o início de sua vida. Por outro lado, é comum que elas apareçam com a idade, em alguns meses ou apenas na fase idosa.

Veja, então, as principais causas da alergia alimentar a gatos:

  • Alimentos: algumas vezes os gatos simplesmente apresentam reação a alguns alimentos como peixes e bife;
  • Uso de medicamentos, cirurgias: podem causar lesões, inflamações e infecções no sistema digestivo. Isso, então, leva à intolerância a alguns alimentos, com o surgimento da alergia alimentar em gatos;
  • Raça: algumas raças de gatos, como os siameses, possuem tendências à alergia;
  • Idade: é comum que os gatos desenvolvam algumas alergias aos alimentos com o passar do tempo. Por exemplo, eles tomam leite enquanto filhotes. Porém, após o desmame passam a desenvolver a intolerância à lactose. Existem outras substâncias e ingredientes que podem passar pelo mesmo processo.

Quais os sintomas de alergia alimentar nos gatos?

Para poder agir em tempo e cuidar do seu felino, é preciso saber reconhecer os indícios de alergias. Eles são inúmeros e, geralmente, concentram-se na pele e pelagem e reações digestivas. Também, no comportamento. Veja os principais sintomas:

  • Mau crescimento (na juventude);
  • Problemas de audição;
  • Inflamações na pele, que tende a ficar vermelha;
  • Perda de pelos em exagero;
  • Coceiras freqüentes;
  • Surgimento de feridas na pele;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Tosse e espirros;
  • Aversão aos alimentos;
  • Emagrecimento agudo.

Como tratar alergia alimentar em gatos?

Pois bem, seu gato está com alergia aos alimentos. Então, o que fazer? O primeiro passo é consultar um veterinário. Ele poderá analisar o seu felino, bem como fazer exames de sangue e ultrassons.

Após a consulta o profissional será capaz de fazer todas as indicações para melhorar o quadro alimentar felino. Por isso, geralmente concede um plano alimentar. A troca de ração ou mesmo a adoção de alimentos naturais pode ser necessária.

Hoje existem rações industriais específicas para gatos com intolerância a substâncias. Elas têm o equilíbrio que o felino precisa e dispensa os ingredientes capazes de afetá-lo. Esses produtos facilitam a digestão de alimentos e a atração do felino.

Da mesma maneira, indicará formas de identificar novas alergias ou mudança de comportamento. Ainda, em alguns casos a medicação pode ser necessária. Novamente, busque ajuda com o veterinário.

Recomendações importantes para a dieta felina

A saúde dos gatos depende do respeito às recomendações para dieta felina. Conheça, abaixo, as principais delas para o bem-estar dos bichanos.

Saiba mais sobre esse assunto

A alergia alimentar em gatos com tratamento por medicamento pode causar algum estresse. Afinal, os felinos são totalmente avessos aos remédios. Tendem a fazer um grande escândalo ao necessitarem dela.

Existem dois tipos, geralmente, de medicamentos para gatos. Um deles é em drágeas, ou seja, em comprimidos normais. Por outro lado, existem os que são pastosos, em que é necessário colocar uma seringa (sem agulha) na boca do felino e apertar.

Infelizmente, ambas tendem a ser bem complicadas de ministrar. Porém, existem alguns truques que podem auxiliar. Segure bem o felino e abra a boca dele. Então, coloque a mão dentro da boca e deposite o remédio próximo ao final da língua e início da garganta.

Logo após, feche a boquinha do felino. Então, mantenha-a fechada e assopre no seu narizinho. Faça isso algumas vezes e depois confira se ele engoliu. Para isso, fique atento ao local em que ele se esconde após isso (o humor não estará bom, saiba disso). Analise se ele cuspiu o medicamento.

Qual antialérgico pode dar para gatos?

Novamente isso depende das instruções que o seu veterinário der para você. Afinal, existe mais de um tipo de alergia alimentar em gatos. Por isso, causas diversas terão tratamento diverso. Um medicamento pode não ser perfeito contra uma alergia, mas não ideal para outra.

Por isso, jamais medique o seu felino sem ter a devida orientação prévia. Sempre consulte o veterinário e siga à risca as suas instruções. Igualmente, nunca dê ao felino um remédio para humanos. Isso pode sobrecarregar o fígado e até mesmo ser letal.

Dentre os medicamentos próprios para alergias felinas está o antialérgico Coveli Alergovet C. Ele é próprio para gatos e cachorros de até 15 kg. Ou seja, para todos os felinos domésticos, com raríssimas exceções.

Esse medicamento se volta ao tratamento de clemastina. Seu consumo pode ser feito junto a outros medicamentos, bem como com ácidos graxos essenciais aos pets. A posologia depende da concentração do medicamento (0,7 mg ou 1,4 mg) e do peso do pet.

Por exemplo, veja a proporção diária do medicamento para alergia alimentar em gatos para a opção de 0,7 mg:

  • Até 2 kg – ¼ comprimido;
  • 2,1 kg a 5 kg – ½ comprimido;
  • 5,1 kg a 10 kg – 1 comprimido;
  • 10,1 kg a 15 kg – 1 ½ comprimido.

Contudo, ressaltamos. Apenas ministre esse medicamento para alergia alimentar em gatos com a devida orientação veterinária.

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