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Gestação felina: tudo que você precisa saber!

A gestação felina causa muitas dúvidas. Sabendo disso, separamos hoje todas as principais informações sobre o período e cuidados. Veja quais são, abaixo.

por

Aline Mesquita

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Entenda a gestação felina e os cuidados necessários 

Gestação felina

Quanto tempo dura a gestação felina? Há necessidade de intervenção no parto? Como reconhecer que minha gata está prenha? Veja todas essas respostas, hoje.

O desenvolvimento dos gatos é muito rápido. E isso não se refere apenas ao crescimento ao longo da vida. A gestação deles é igualmente rápida. Por isso, muitas vezes a descoberta dela ocorre já ao final do período.

Além disso, as gatas entram no cio, período reprodutivo, inúmeras vezes ao ano. É normal que ele ocorra por 10 dias a cada 02 meses. Isso explica, então, as ninhadas constantes. Também, infelizmente, a quantidade de felinos em abandono nas ruas.

Por isso, é preciso muita atenção. Especialmente se a gatinha tem acesso à rua ou, então, conviva com outros gatos não castrados. A gestação felina necessita de alguns cuidados que garantem o bem estar da mamãe gata e o desenvolvimento dos filhotes.

Dessa forma, não deixe de conhecer, hoje, tudo sobre a gestação de gatos. Com isso, você pode tomar os cuidados necessários ao reconhecer a gravidez da sua gatinha. Ou, então, saberá o que fazer ao final da gestação e para prevenir esse tipo de situação.

Como identificar a gestação felina?

As gatas dão vários sinais de que uma gestação está em curso. Alguns são mais sutis, enquanto outros são gritantes. Veja as principais formas, então, de identificar se a gata está prenha:

  • Sinais mamários: dentre os principais sinais da gestação felina estão aqueles que ocorrem nas mamas da gata. Ao redor delas aparece uma pelagem fina. Além disso, elas ficam maiores e adquirem cor rósea;
  • Comportamento: as gatas têm aumento de apetite no início da gestação, principalmente no primeiro mês. Também, ficam mais carentes e tem necessidade de atenção e proximidade humana. Ainda, fica mais arisca com outros animais, em uma espécie de prévia do instinto materno;
  • Peso: somente a partir de 04 semanas de gestação é que há um aumento de volume e peso. Primeiramente ele ocorre na região atrás das costelas, expandindo-se ao restante do corpo depois.

Para confirmar o estado gravídico da gata, não deixe de consultar um veterinário. Com um ultrassom você rapidamente confirma se suas desconfianças têm embasamento ou não. Além disso, é esse o profissional que pode lhe preparar para dar o melhor conforto à gata durante a gestação felina.

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Cuidados com a gestação felina

Para saber se os gatinhos filhotes estão para nascer, observe esses sinais:

  • Isolamento da felina em um local confortável e quente;
  • Lambidas constantes na genitália e descarga vaginal de um fluído (tampão mucoso);
  • Queda da temperatura corporal da felina (37,8ºC a 38ºC);
  • Contrações.

Principais dúvidas e respostas sobre a gestação felina

Veja, ainda, as respostas para as principais dúvidas sobre a gestação de gatos. Com isso você se prepara para receber filhotinhos lindos e encantadores.

Quanto tempo dura a gestação felina?

A gestação felina é muito rápida. Ela tem duração média de 02 meses, ou seja, 08 semanas! Com isso, em apenas 60 dias nascem gatinhos pra lá de fofos.

Quantos filhotes nascem por vez?

Geralmente cada gestação felina gera entre 04 e 06 filhotes. Contudo, isso varia, podendo até mesmo ser demais ou menos gatinhos. Quando nasce apenas um filhote, dá-se o nome de feto-único. Ele tende a nascer bastante grande.

Afinal, ele conta com todos os nutrientes apenas para si. Não há outros embriões com quem dividi-los. Com isso, ganha peso ainda no útero. Entretanto, isso pode causar problemas à mamãe, que precisa lidar com todo esse peso.

Como é o nascimento dos gatinhos?

A gata encontra um local tranqüilo para parir, e quente. Por isso, fica mais quieta e em isolamento. Quando suas contrações começam, ela expele um tampão mucoso. Após, passa a expelir os gatinhos, o que acontece naturalmente com as contrações.

O nascimento de cada um deles varia entre 30 a 60 minutos, embora possa ser mais rápido Os filhotes são expelidos em sacos amnióticos e com o cordão umbilical. A gata, então, estoura esse saco e corta o cordão com os dentes.

Depois, lambe o filhote para limpá-lo e, também, para estimulá-lo a respirar. Veja só como a gata é bastante auto-suficiente!

A gata precisa de intervenção durante o parto?

Geralmente não precisa. Ela consegue expelir os animais, ajuda-os a se livrar da bolsa amniótica e os limpa, ajudando os gatinhos a respirar. Além disso, é ela quem solta o cordão, com mordidas.

Portanto, a gata sabe exatamente o que está fazendo. Seus instintos lhe auxiliam a direcionar rapidamente cada ação necessária. Isso ocorre antes, durante e depois do nascimento dos filhotes.

Contudo, caso algum filhote fique preso não deixe de contatar um veterinário. A mesma coisa deve acontecer quando:

  • O parto superar 24 horas;
  • Contrações não forem seguidas do expelir de filhotes;
  • Tampão mucoso preto ou com cor de sangue;
  • Da mesma forma, em qualquer sinalização de dificuldade pela felina.

Quais são os cuidados principais na gestação felina?

Quais são os cuidados principais na gestação felina?

A gata precisa de uma alimentação especial durante a gestação. Afinal, ela estará gastando muito mais energia no desenvolvimento dos filhotes. Além disso, esses precisam de alguns nutrientes essenciais para que se desenvolvam corretamente.

Portanto, sua gata deve ter uma alimentação rica. Confira com o veterinário qual é a melhor opção caso sua pet esteja passando por uma gestação felina.

Como são os filhotes nos primeiros dias?

Nos primeiros dias após o nascimento os gatos são muito dependentes. Por exemplo, eles somente abrem os olhos aos 15 dias. Ainda, eles começam a ouvir apenas aos 09 dias. Assim, ao nascerem eles estão completamente alheios a alguns estímulos externos.

Após um mês e meio eles se tornam capazes de começar a se alimentar de forma independente. Até então ficam dependentes da mamãe gata. Esta, aliás, somente dará atenção a eles durante esse período inicial em que eles dependem integralmente dela.

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Redatora profissional e Analista de Sistemas, apaixonada pela escrita e pelo aprendizado! Especializada em Marketing de Conteúdo e SEO.

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Animais mais raros do mundo: conheça as 10 espécies que só os homens sortudos terão a honra de ver

por

Priscila B.

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Atualmente, existe uma variedade de animais que são super raros, sendo difícil alguém de nós termos a oportunidade de apreciar as suas peculiaridades e belezas raras. Neste texto, você descobrirá quem são eles.

Os seres humanos sempre foram fascinados pela vida selvagem, mas ela sempre dá ainda mais motivos para nos surpreender.

Uma justificativa? Os animais mais raros do mundo.

Existem muitos bichos raros que você jamais ouviu falar ou nunca esperou ver em sua vida. Até os que você acha que já conhece, eles, muitas vezes, causam surpresas.

Existem muitos bichos raros que você jamais ouviu falar ou nunca esperou ver em sua vida. Até os que você acha que já conhece, eles, muitas vezes, causam surpresas, apresentando-se com cores ou formas incomuns.

E aí, você saberia nos dizer quais são os animais mais raros do mundo? Se não, então chegou a sua hora de descobrir!

10. Leopardo-de-amur

Começando a nossa lista de animais mais raros do mundo, temos o leopardo-de-amur, também conhecido como leopardo-siberiano.

Para quem não o conhece, trata-se de uma subespécie de leopardo, a qual é encontrada na região de Primorye, da Rússia, e em algumas regiões da China que fazem fronteira com o território russo.

Começando a nossa lista de animais mais raros do mundo, temos o leopardo-de-amur, também conhecido como leopardo-siberiano.

Em 19 de Junho de 2018, um artigo da revista científica Conservation Letters noticiou que restavam apenas 84 leopardos-de-amur em estado selvagem.

Não à toa, a União Internacional para a Conservação da Natureza considerou a crítica a ameaça de extinção desta espécie.

A principal razão que colocou os leopardos-de-amur nesta situação de risco de serem extintos foram a degradação de seu habitat natural por consequência da exploração de madeira, da agricultura e de incêndios florestais.

Além disto, este animal é alvo de caça clandestina motivada pelo valor de sua pele.

09. Rinoceronte-de-sumatra

Conhecido por ser a menor das espécies de rinocerontes e o que tem mais características primitivas, o rinoceronte-de-sumatra é uma das cinco espécies viventes da família Rhinocerotidae.

Originalmente distribuído pelo sudeste asiático, foi dizimado em grande parte de sua área geográfica, restando apenas pequenas populações isoladas na Indonésia e Malásia.

Conhecido por ser a menor das espécies de rinocerontes e o que tem mais características primitivas, o rinoceronte-de-sumatra é uma das cinco espécies da família Rhinocerotidae.

Quer dizer, não mais na Malásia. Em 2019, ainda restava um casal no país, mas ambos morreram no ano passado.

O último Rinoceronte-de-Sumatra macho da Malásia se foi em maio, enquanto que a fêmea em novembro.

Sendo assim, hoje restam apenas 80 apenas deles na Indonésia, o que coloca esta espécie em uma situação crítica de extinção.

Assim como o leopardo-de-amur, o rinoceronte-de-sumatra tem sido alvo de caçadores para o comércio ilegal, principalmente por conta do alto valor de seus cornos, os quais são muito valorizados na medicina tradicional chinesa.

Além disso, a perda do seu habitat para a agricultura, pecuária e indústria madeireira também agravou a ameaça à espécie.

08. Gorila da planície ocidental

O Gorila da planície ocidental, cujo nome científico é Gorilla gorilla gorilla (sim, isto mesmo que você leu! Não foi erro de digitação!)

Ele é uma subespécie do gorila-do-ocidente (Gorilla gorilla).

Considerado um dos animais mais raros do mundo, ele vive em florestas primárias e secundárias, além de pântanos da planície, na África Central, em Angola, Camarões, República do Congo, Guiné Equatorial e Gabão.

Considerado um dos animais mais raros do mundo, o Gorila da planície, cujo nome científico é Gorilla gorilla gorilla é uma subespécie do gorila-do-ocidente (Gorilla gorilla).

Pesquisas realizadas desde a década de 1980 sugerem que a caça comercial e os surtos do vírus Ebola estão por trás da queda do número das espécies deste gorila na África.

Com as últimas epidemias, o número pode ter caído ainda mais.

Todavia, felizmente, o Zoológico de Cincinnati, nos Estados Unidos, está trabalhando duro para reverter esta situação.

Nele, há cerca de 550 indivíduos da espécie na sua unidade de conservação, liderando os nascimentos em cativeiro.

07. Rato-pigmeu de montanha

Você já pensou na possibilidade de um rato configurar a lista dos animais mais raros do mundo? Pois é, parece mentira, mas não é não!

E quem contradiz o nosso raciocínio é o rato-pigmeu de montanha, também conhecido como Gambá do pigmeu da montanha.

Com cerca de 45 gramas, o rato-pigmeu de montanha são pequenos animais noturnos e onívoros que vivem de uma dieta de invertebrados, frutos, sementes, néctar e pólen.

Com cerca de 45 gramas, o rato-pigmeu de montanha são pequenos animais noturnos e onívoros que vivem de uma dieta de invertebrados, frutos, sementes, néctar e pólen.

Estão localizados em ambientes frios e montanhosos do sul da Austrália - e é justamente pela característica de seu habitat que estes animais estão sumindo.

Isto porque a construção de resorts de esqui nas regiões alpinas da Austrália tem sido também um dos maiores fatores atribuídos ao declínio da população.

Inclusive, desde 2008, o rato-pigmeu de montanha foi incluído na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) como criticamente em perigo.

As estimativas populacionais totalizaram que há menos de 2 mil indivíduos da espécie.

06. Crocodilo-filipino

O crocodilo-filipino, também conhecido como o crocodilo Mindoro ou o crocodilo de água doce filipinos, é uma espécie de crocodilo comum nas Filipinas.

Dentre os animais da mesma espécie, este é relativamente médio de tamanho: os machos geralmente não crescem mais do que cerca de 3 metros de comprimento, enquanto as fêmeas são ainda menores.

O crocodilo-filipino, também conhecido como o crocodilo Mindoro ou o crocodilo de água doce filipinos, é uma espécie de crocodilo comum nas Filipinas.

Como pode prever, o crocodilo-filipino é uma das espécies de crocodilianos mais severamente ameaçadas.

Isto porque o seu território, o qual ocupa os rios filipinos, vem sendo destruído e convertido em plantações de arroz, acarretando, por conseguinte, em sua imensa perda populacional.

Um fato curioso sobre o crocodilo-filipino diz respeito ao incidente ocasionado por este animal e uma cuidado do Jardim Zoológico de Zurique, na Suíça.

Ao cuidar do bicho, ela acabou sendo atacada e, para que o crocodilo largasse o seu braço, foi necessário atirar nele e matá-lo.

05. Antílope branco

Também conhecido como adax, o antílope branco é um mamífero artiodáctilo da família dos bovídeos e vive espalhado pelas regiões desérticas no norte da África, do oceano Atlântico ao rio Nilo.

Atualmente, está apenas na parte nigeriana do deserto do Saara, mas já foi encontrado por toda a África.

Também conhecido como adax, o antílope branco é um mamífero da família dos bovídeos e vive espalhado pelas regiões desérticas no norte da África, do oceano Atlântico ao rio Nilo.

Embora os antílopes brancos sejam bem adaptados no seu habitat desértico, podendo viver sem água durante longos períodos de tempo, eles se encontram em grande risco de extinção.

Cientistas estimam que apenas 300 indivíduos selvagens desta espécie ainda existam nos dias de hoje. Não à toa, eles estão na nossa lista dos animais mais raros do mundo.

Mas nem tudo é notícia ruim! O zoológico de Brasília, no Brasil, divulgou que conseguiu montar um banco genético de genes de animais mamíferos, o maior da América Latina.

Neste banco, têm-se o sêmen e embriões de mamíferos, incluindo dos antílopes brancos, para futura perpetuação das espécies.

04. Orangotango-de-sumatra

Encontrado apenas na ilha de Sumatra, na Indonésia, o orangotango-de-sumatra (nome científico: Pongo abelii) é uma das três espécies de orangotangos.

Ela, por sua vez, é a mais rara dentre todas e há somente cerca de 7300 indivíduos em estado selvagem.

Encontrado apenas na ilha de Sumatra, na Indonésia, o orangotango-de-sumatra é uma das três espécies de orangotangos, sendo a mais rara dentre todas.

Nos últimos 75 anos, o número total da população de orangotangos-de-sumatra caiu em cerca de 80%.

O principal motivo para o seu declínio é devido à exploração madeireira em seu habitat. Ou seja, mais uma vez o homem destruindo o habitat alheio e deixando graves consequências para o reino animal.

Com o orangotango-de-sumatra, chegamos à reta final do nosso texto de animais mais raros do mundo. E aí, você consegue opinar sobre o que mais vem por aí?

03. Íbis-eremita

O íbis-eremita é uma espécie de ave migratória da família Threskiornithidae.

Encontrados em habitats semidesérticos ou rochosos, geralmente perto de rios, estes animais já habitaram todo o Oriente Médio, norte da África, sul e centro da Europa, tendo um registro fóssil que remonta pelo menos 1,8 milhão de anos.

Há mais de 300 anos, esta espécie desapareceu da Europa e foi considerada extinta, até que foi redescoberto no deserto sírio perto de Palmyra em 2002.

Hoje, os cientistas estimam que existam cerca de 500 aves selvagens restantes no sul de Marrocos e menos de 10 na Síria.

Há mais de 300 anos, o íbis-eremita desapareceu da Europa e foi considerada extinta, até que foi redescoberto no deserto sírio perto de Palmyra em 2002.

As razões para a queda no número de indivíduos não são totalmente claras, mas a caça e perda do habitat, além de intoxicação por agrotóxicos, têm sido consideradas.

Para combater esse declínio, programas de reintrodução foram instituídos internacionalmente, com uma colônia de reprodução na Turquia, bem como locais na Áustria, Espanha e norte de Marrocos.

Um fato que precisa ser ressaltado é que, enquanto espécie migratória, a íbis-eremita ainda está extinta.

Para reaprenderem a migrar, um ultraleve está sendo usado para guiá-las na esperança de, mais tarde, serem autônomas.

02. Doninha-de-patas-pretas

O segundo lugar dos animais mais raros do mundo é a doninha-de-patas-pretas.

Também conhecida como toirão-americano ou furão-do-pé-preto,é uma espécie de mustelídeo nativa do centro de América do Norte e está listada como em perigo pela IUCN justamente por correr risco de extinção.

Descoberta em 1851, a doninha-de-patas-pretas entrou em declínio populacional ao longo do século XX devido à peste silvestre.

Com isto, em 1979, foi declarada extinta, mas felizmente sua existência foi redescoberta quando um cão de guarda de uma família norte-americana criadora de gado encontrou um animal morto em 1981.

O segundo lugar dos animais mais raros do mundo é a doninha-de-patas-pretas, também conhecida como toirão-americano ou furão-do-pé-preto

Depois deste caso, a restante e diminuta população das doninhas-de-patas-pretas foi protegida por um programa de procriação em cativeiro.

Com isto, foi possível a sua reintrodução em oito estados dos Estados Unidos, além do no México, de 1991 a 2008. Até 2013, existiam em torno de 500 doninhas em ambiente selvagem e 300 em cativeiro.

Atualmente, graças ao trabalho de programas de conservação, atualmente são mais de 1000 indivíduos adultos nascidos em estado selvagem, perfazendo cerca de 18 populações.

Dentre elas, quatro são populações auto-sustentadas e estão localizadas no território estadunidense, mais especificadamente na Dakota do Sul (duas), Arizona e Wyoming.

01. Ariranha

Também é chamada de “lobo-de-rio” por caçar em matilhas, ariranha é um mamífero mustelídeo, característico do Pantanal e da bacia do Rio Amazonas, na América do Sul.

Pois é, o número 1 da nossa lista de animais mais raros do mundo é típico do nosso Brasil.

Também é chamada de “lobo-de-rio” por caçar em matilhas, ariranha é um mamífero mustelídeo, característico do Pantanal e da bacia do Rio Amazonas, na América do Sul.

A ariranha, à uma primeira vista, até parece fofa, mas ela tem comportamentos assustadores.

Como falamos, este animal caça em matilhas e o grupo consegue enfrentar até animais maiores, como panteras.

Por exemplo, se uma sucuri der sopa, as ariranhas empregam uma técnica descrita por biólogos como “cabo de guerra”. Isto significa que elas esticam a cobra até os órgãos internos se romperem. Pesado, né?

Infelizmente, assim como no resto do mundo, o Brasil não está cuidando bem do seu bioma e, por conta disto, a ariranha é considerada uma espécie em perigo, já que a principal ameaça à sua sobrevivência é o desmatamento e a destruição do seu habitat.

Deste modo, com este bicho tipicamente brasileiro que corre risco de extinção, encerramos a nossa lista de animais mais raros do mundo. E aí, gostou?

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