Dicas

5 dicas para cuidar do seu gato idoso

por

Lucas Silva

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O tempo passa para todos. Inclusive para os gatos. E, mesmo se ele não for um ancião de 30 anos, viver mais do que 12 anos já é bastante coisa para um felino. O corpo já não é mais o mesmo. Os sentidos já não são tão apurados. Os estomago não aguenta mais todo o tipo de comida.

É, meus amigos, ser um gato idoso não parece ser muito diferente (em questão de saúde) de ser um humano idoso, não é verdade?

Em termos práticos, vamos ao quadro: seu gato acaba de apagar 13 velhinhas, algo em torno de 70 anos. E agora, que cuidados ter? Seu gato pode continuar nas estripulias de sempre? Pode comer tudo o que ele comia? Precisa de algum cuidado diferenciado?

Procurando uma resposta, procuramos essas 5 dicas para fazer seu gato idoso aproveitar a melhor-idade. Confira!

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5. Brinque bastante com seu gato

Gatos idosos ficam mais lentos em seus comportamentos, atenção e adaptação às novidades. Em outras palavras, eles ficam rabugentos.

Isso significa que seu gato vai querer brincar menos com brinquedos novos, preferindo os antigos. E, por conta da idade, não vai estar tão ativo, se você não o estimular a isso.

Portanto, é vital que você sempre procure seu gato sênior, brinque com ele, faça ele se movimentar…  Ele precisa ser estimulado, para não sofrer tanto com as mudanças do ritmo cardíaco, densidade dos ossos, flexibilidade, e demais alterações corporais que vem com o tempo.

Além disso, brincando com ele, você evita a sensação de abandono e tédio. Isso pode parecer algo menor (no caso de um gato) – mas são fatores que podem levar ele a sofrer de depressão.

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4. Fique atento a qualquer sintoma

Conforme seu gato for envelhecendo, ele ficará mais suscetível a doenças. Mesmo que essas já tenham sido tratadas com vacinas, algumas podem exigir um reforço, agora que ele está mais velho.

No caso de outras, as vacinas nem sempre são 100% eficientes. Além disso, há doenças oportunistas (que vão atacar o gato, nesse momento que o metabolismo começa a ficar mais lento). Também há doenças ósseas, sanguíneas, estomacais e neurológicas…

Em muitas delas, não percebemos os sintomas inicias, porque são condições bem sutis e específicas. Assim, só um veterinário saberá olhar para o animal, e logo perceber um sintoma.

Seu gato também passará por mudanças fisiológicas da idade como, por exemplo, a flexibilidade e resistência a pulos e quedas. Nesse caso, espere por pequenos acidentes.

Pode ser o caso de que antes seu gato pulava do alto do armário para o chão, caia de pé, e continuava andando. Agora, ele cairá meio desajeitado, e talvez até sofra uma contusão.

Normal, ele também está se adaptando às novas condições de seu corpo.

Porém, é importante você notar sinais do corpo do gato, nesses momentos. Se depois de uma queda, ele sai mancando, se não consegue mais se agarrar nos lugares, se está evitando alguma comida…

3. Aumente às idas ao veterinário

Se antes seu gato era um poço de saúde, agora ele está mais suscetível às doenças, mudanças nas condições físicas, alterações no trato digestivo… Gatos também podem sofrer de diabetes, podem ter cáries e desenvolver hipertensão.

Você sabia, por exemplo, que muito provavelmente, seu gato vai perder algum dente, depois de alguns anos?

Além disso, cada gato é um gato. Isso significa que pode acontecer de seu gato ter alguma doença genética rara, e só agora na velhice, essa se manifesta.

Outros problemas do gato idoso podem incluir desnutrição, desidratação, e alergias. Logo, ir ao veterinário com mais frequência é muito importante. Não apenas quando o gato apresentar um sintoma, mas ir preventivamente.

O médico deverá pedir exames de sangue e fezes, talvez uma audiometria. Pense, com mais idade, é muito mais difícil remediar um problema que afetou seu gato, do que prevenir.

Você sabe quais são as principais doenças que atacam os gatos? Descubra aqui, e mantenha seu bichano sempre saudável!

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2. Mude a dieta

Se antes seu gato comia uma ração seca vigorosa, agora, você talvez precise se adaptar. A ração seca parece uma bolacha, e tem a enorme vantagem de poder ser armazenada por mais tempo, bem como de aguentar mais, na tigela. Em termos de custos, isso significa muita coisa.

A ração úmida, por sua vez, é mole, aguada, parece um paté. Ou seja, é mais fácil de ser mastigada, engolida e deglutida por gatos. E talvez seja necessária, agora que o metabolismo de seu gato está mais lento e sua dentição mais frágil.

(Saiba mais sobre rações aqui)

Mudar a dieta de seu gato, porém, não é apenas mudar o formato da comida. Pode acontecer de seu gato idoso precisar de um alimento rico em cálcio ou pobre em açúcares. Talvez ela desenvolva alguma alergia específica. Talvez ele precise comer menos. Ou mais.

As necessidades nutricionais do gato idoso são diferentes, das do gato filhote, ou do gato adulto. Mudar a dieta de seu gato pode vir a ser custoso, porém, será mais saudável. O corpo e o estômago dele não são mais os mesmos, então, não pense que a comida também será.

O veterinário, evidentemente, vai saber passar uma orientação melhor, nesse caso.

Outro aspecto da dieta inclui hidratação. Seu gato idoso vai precisar beber mais água, e fornecer esse volume maior dependerá, principalmente, de você. Estimule-o a beber água com bebedouros criativos, e comece a considerar a possibilidade de comprar suplementos (sempre com a orientação do médico-veterinário, claro).

1. Torne a casa adaptada

Tornar a casa adaptada não é apenas reduzir os riscos de queda. É, primeiramente, adotar uma série de mudanças e comportamentos.

Primeiro, considere o espaço e luminosidade da sua casa. Seu gato idoso não conseguirá ver ou ouvir como antes. Então, é importante que a casa esteja bem iluminada.

Além disso, não ponha coisas que seu gato gosta, em lugares altos. Ele poderá querer subir, e tudo o que sobre, uma hora desce – o problema é se seu gato não tiver mais forças para essa descida.

Igualmente, tome o cuidado com objetos, vasos ou móveis em beiradas. Seu gato idoso não vai ter a sagacidade e velocidade de antes, de perceber o acidente, e evitar ele.

Evite mudar os moveis de lugar, a não ser que seja algo extremamente importante. Uma configuração de casa nova significa informação nova, e o cérebro do gato idoso não vai processar a informação tão rápido quanto antes.

Mantenha objetos que não possam ser tocados, arranhados ou mordidos longe do alcance do gato. O ditado “Papagaio velho não aprende truque novo” serve aqui. Seu gato viveu 10, 12 anos como o rei da casa, sabendo dos limites e possibilidades. Agora não adianta muito, você tentar impor regras novas.

Ademais, lembre: gatos, de qualquer idade, ficam muito estressados com mudanças bruscas.

Não mude as caixas de areia de lugar, e tenha cuidado redobrado com a higiene. Ajude seu gato a fazer as necessidades fisiológicas com rapidez, tranquilidade e limpeza. Uma caixa suja vira foco potencial de doenças.

Por fim, gato idoso também sentirá mais frio. Então, arrume uma cama bem aconchegante é vital, para ele ficar tranquilo esses dias.


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Concluindo

Enfim, pode parecer que as adaptações são muitas mudanças. Mas é pouco, perto de todo o amor, carinho e dedicação que você deve a ele: seu amigo de quatro patas. Ter um gato idoso em casa não é um aborrecimento – antes, uma oportunidade maravilhosa de continuar convivendo com a bolinha de pelos que você mais adora.


E você, tem um gato idoso em casa? Já teve? Como é/foi a experiência? Que mudanças você precisou fazer, caso já tenha sido tutor de um gato velhinho? Conte para nós nos comentários, dê suas dicas!

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Escritor e professor. Escreve sobre literatura, poesia, animais, filmes, séries e demais coisas de cultura. Já publicou dois livros de poesia e logo publica mais um.

Animais

Animais mais raros do mundo: conheça as 10 espécies que só os homens sortudos terão a honra de ver

por

Priscila B.

Publicado em

| Atualizado em

Atualmente, existe uma variedade de animais que são super raros, sendo difícil alguém de nós termos a oportunidade de apreciar as suas peculiaridades e belezas raras. Neste texto, você descobrirá quem são eles.

Os seres humanos sempre foram fascinados pela vida selvagem, mas ela sempre dá ainda mais motivos para nos surpreender.

Uma justificativa? Os animais mais raros do mundo.

Existem muitos bichos raros que você jamais ouviu falar ou nunca esperou ver em sua vida. Até os que você acha que já conhece, eles, muitas vezes, causam surpresas.

Existem muitos bichos raros que você jamais ouviu falar ou nunca esperou ver em sua vida. Até os que você acha que já conhece, eles, muitas vezes, causam surpresas, apresentando-se com cores ou formas incomuns.

E aí, você saberia nos dizer quais são os animais mais raros do mundo? Se não, então chegou a sua hora de descobrir!

10. Leopardo-de-amur

Começando a nossa lista de animais mais raros do mundo, temos o leopardo-de-amur, também conhecido como leopardo-siberiano.

Para quem não o conhece, trata-se de uma subespécie de leopardo, a qual é encontrada na região de Primorye, da Rússia, e em algumas regiões da China que fazem fronteira com o território russo.

Começando a nossa lista de animais mais raros do mundo, temos o leopardo-de-amur, também conhecido como leopardo-siberiano.

Em 19 de Junho de 2018, um artigo da revista científica Conservation Letters noticiou que restavam apenas 84 leopardos-de-amur em estado selvagem.

Não à toa, a União Internacional para a Conservação da Natureza considerou a crítica a ameaça de extinção desta espécie.

A principal razão que colocou os leopardos-de-amur nesta situação de risco de serem extintos foram a degradação de seu habitat natural por consequência da exploração de madeira, da agricultura e de incêndios florestais.

Além disto, este animal é alvo de caça clandestina motivada pelo valor de sua pele.

09. Rinoceronte-de-sumatra

Conhecido por ser a menor das espécies de rinocerontes e o que tem mais características primitivas, o rinoceronte-de-sumatra é uma das cinco espécies viventes da família Rhinocerotidae.

Originalmente distribuído pelo sudeste asiático, foi dizimado em grande parte de sua área geográfica, restando apenas pequenas populações isoladas na Indonésia e Malásia.

Conhecido por ser a menor das espécies de rinocerontes e o que tem mais características primitivas, o rinoceronte-de-sumatra é uma das cinco espécies da família Rhinocerotidae.

Quer dizer, não mais na Malásia. Em 2019, ainda restava um casal no país, mas ambos morreram no ano passado.

O último Rinoceronte-de-Sumatra macho da Malásia se foi em maio, enquanto que a fêmea em novembro.

Sendo assim, hoje restam apenas 80 apenas deles na Indonésia, o que coloca esta espécie em uma situação crítica de extinção.

Assim como o leopardo-de-amur, o rinoceronte-de-sumatra tem sido alvo de caçadores para o comércio ilegal, principalmente por conta do alto valor de seus cornos, os quais são muito valorizados na medicina tradicional chinesa.

Além disso, a perda do seu habitat para a agricultura, pecuária e indústria madeireira também agravou a ameaça à espécie.

08. Gorila da planície ocidental

O Gorila da planície ocidental, cujo nome científico é Gorilla gorilla gorilla (sim, isto mesmo que você leu! Não foi erro de digitação!)

Ele é uma subespécie do gorila-do-ocidente (Gorilla gorilla).

Considerado um dos animais mais raros do mundo, ele vive em florestas primárias e secundárias, além de pântanos da planície, na África Central, em Angola, Camarões, República do Congo, Guiné Equatorial e Gabão.

Considerado um dos animais mais raros do mundo, o Gorila da planície, cujo nome científico é Gorilla gorilla gorilla é uma subespécie do gorila-do-ocidente (Gorilla gorilla).

Pesquisas realizadas desde a década de 1980 sugerem que a caça comercial e os surtos do vírus Ebola estão por trás da queda do número das espécies deste gorila na África.

Com as últimas epidemias, o número pode ter caído ainda mais.

Todavia, felizmente, o Zoológico de Cincinnati, nos Estados Unidos, está trabalhando duro para reverter esta situação.

Nele, há cerca de 550 indivíduos da espécie na sua unidade de conservação, liderando os nascimentos em cativeiro.

07. Rato-pigmeu de montanha

Você já pensou na possibilidade de um rato configurar a lista dos animais mais raros do mundo? Pois é, parece mentira, mas não é não!

E quem contradiz o nosso raciocínio é o rato-pigmeu de montanha, também conhecido como Gambá do pigmeu da montanha.

Com cerca de 45 gramas, o rato-pigmeu de montanha são pequenos animais noturnos e onívoros que vivem de uma dieta de invertebrados, frutos, sementes, néctar e pólen.

Com cerca de 45 gramas, o rato-pigmeu de montanha são pequenos animais noturnos e onívoros que vivem de uma dieta de invertebrados, frutos, sementes, néctar e pólen.

Estão localizados em ambientes frios e montanhosos do sul da Austrália - e é justamente pela característica de seu habitat que estes animais estão sumindo.

Isto porque a construção de resorts de esqui nas regiões alpinas da Austrália tem sido também um dos maiores fatores atribuídos ao declínio da população.

Inclusive, desde 2008, o rato-pigmeu de montanha foi incluído na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) como criticamente em perigo.

As estimativas populacionais totalizaram que há menos de 2 mil indivíduos da espécie.

06. Crocodilo-filipino

O crocodilo-filipino, também conhecido como o crocodilo Mindoro ou o crocodilo de água doce filipinos, é uma espécie de crocodilo comum nas Filipinas.

Dentre os animais da mesma espécie, este é relativamente médio de tamanho: os machos geralmente não crescem mais do que cerca de 3 metros de comprimento, enquanto as fêmeas são ainda menores.

O crocodilo-filipino, também conhecido como o crocodilo Mindoro ou o crocodilo de água doce filipinos, é uma espécie de crocodilo comum nas Filipinas.

Como pode prever, o crocodilo-filipino é uma das espécies de crocodilianos mais severamente ameaçadas.

Isto porque o seu território, o qual ocupa os rios filipinos, vem sendo destruído e convertido em plantações de arroz, acarretando, por conseguinte, em sua imensa perda populacional.

Um fato curioso sobre o crocodilo-filipino diz respeito ao incidente ocasionado por este animal e uma cuidado do Jardim Zoológico de Zurique, na Suíça.

Ao cuidar do bicho, ela acabou sendo atacada e, para que o crocodilo largasse o seu braço, foi necessário atirar nele e matá-lo.

05. Antílope branco

Também conhecido como adax, o antílope branco é um mamífero artiodáctilo da família dos bovídeos e vive espalhado pelas regiões desérticas no norte da África, do oceano Atlântico ao rio Nilo.

Atualmente, está apenas na parte nigeriana do deserto do Saara, mas já foi encontrado por toda a África.

Também conhecido como adax, o antílope branco é um mamífero da família dos bovídeos e vive espalhado pelas regiões desérticas no norte da África, do oceano Atlântico ao rio Nilo.

Embora os antílopes brancos sejam bem adaptados no seu habitat desértico, podendo viver sem água durante longos períodos de tempo, eles se encontram em grande risco de extinção.

Cientistas estimam que apenas 300 indivíduos selvagens desta espécie ainda existam nos dias de hoje. Não à toa, eles estão na nossa lista dos animais mais raros do mundo.

Mas nem tudo é notícia ruim! O zoológico de Brasília, no Brasil, divulgou que conseguiu montar um banco genético de genes de animais mamíferos, o maior da América Latina.

Neste banco, têm-se o sêmen e embriões de mamíferos, incluindo dos antílopes brancos, para futura perpetuação das espécies.

04. Orangotango-de-sumatra

Encontrado apenas na ilha de Sumatra, na Indonésia, o orangotango-de-sumatra (nome científico: Pongo abelii) é uma das três espécies de orangotangos.

Ela, por sua vez, é a mais rara dentre todas e há somente cerca de 7300 indivíduos em estado selvagem.

Encontrado apenas na ilha de Sumatra, na Indonésia, o orangotango-de-sumatra é uma das três espécies de orangotangos, sendo a mais rara dentre todas.

Nos últimos 75 anos, o número total da população de orangotangos-de-sumatra caiu em cerca de 80%.

O principal motivo para o seu declínio é devido à exploração madeireira em seu habitat. Ou seja, mais uma vez o homem destruindo o habitat alheio e deixando graves consequências para o reino animal.

Com o orangotango-de-sumatra, chegamos à reta final do nosso texto de animais mais raros do mundo. E aí, você consegue opinar sobre o que mais vem por aí?

03. Íbis-eremita

O íbis-eremita é uma espécie de ave migratória da família Threskiornithidae.

Encontrados em habitats semidesérticos ou rochosos, geralmente perto de rios, estes animais já habitaram todo o Oriente Médio, norte da África, sul e centro da Europa, tendo um registro fóssil que remonta pelo menos 1,8 milhão de anos.

Há mais de 300 anos, esta espécie desapareceu da Europa e foi considerada extinta, até que foi redescoberto no deserto sírio perto de Palmyra em 2002.

Hoje, os cientistas estimam que existam cerca de 500 aves selvagens restantes no sul de Marrocos e menos de 10 na Síria.

Há mais de 300 anos, o íbis-eremita desapareceu da Europa e foi considerada extinta, até que foi redescoberto no deserto sírio perto de Palmyra em 2002.

As razões para a queda no número de indivíduos não são totalmente claras, mas a caça e perda do habitat, além de intoxicação por agrotóxicos, têm sido consideradas.

Para combater esse declínio, programas de reintrodução foram instituídos internacionalmente, com uma colônia de reprodução na Turquia, bem como locais na Áustria, Espanha e norte de Marrocos.

Um fato que precisa ser ressaltado é que, enquanto espécie migratória, a íbis-eremita ainda está extinta.

Para reaprenderem a migrar, um ultraleve está sendo usado para guiá-las na esperança de, mais tarde, serem autônomas.

02. Doninha-de-patas-pretas

O segundo lugar dos animais mais raros do mundo é a doninha-de-patas-pretas.

Também conhecida como toirão-americano ou furão-do-pé-preto,é uma espécie de mustelídeo nativa do centro de América do Norte e está listada como em perigo pela IUCN justamente por correr risco de extinção.

Descoberta em 1851, a doninha-de-patas-pretas entrou em declínio populacional ao longo do século XX devido à peste silvestre.

Com isto, em 1979, foi declarada extinta, mas felizmente sua existência foi redescoberta quando um cão de guarda de uma família norte-americana criadora de gado encontrou um animal morto em 1981.

O segundo lugar dos animais mais raros do mundo é a doninha-de-patas-pretas, também conhecida como toirão-americano ou furão-do-pé-preto

Depois deste caso, a restante e diminuta população das doninhas-de-patas-pretas foi protegida por um programa de procriação em cativeiro.

Com isto, foi possível a sua reintrodução em oito estados dos Estados Unidos, além do no México, de 1991 a 2008. Até 2013, existiam em torno de 500 doninhas em ambiente selvagem e 300 em cativeiro.

Atualmente, graças ao trabalho de programas de conservação, atualmente são mais de 1000 indivíduos adultos nascidos em estado selvagem, perfazendo cerca de 18 populações.

Dentre elas, quatro são populações auto-sustentadas e estão localizadas no território estadunidense, mais especificadamente na Dakota do Sul (duas), Arizona e Wyoming.

01. Ariranha

Também é chamada de “lobo-de-rio” por caçar em matilhas, ariranha é um mamífero mustelídeo, característico do Pantanal e da bacia do Rio Amazonas, na América do Sul.

Pois é, o número 1 da nossa lista de animais mais raros do mundo é típico do nosso Brasil.

Também é chamada de “lobo-de-rio” por caçar em matilhas, ariranha é um mamífero mustelídeo, característico do Pantanal e da bacia do Rio Amazonas, na América do Sul.

A ariranha, à uma primeira vista, até parece fofa, mas ela tem comportamentos assustadores.

Como falamos, este animal caça em matilhas e o grupo consegue enfrentar até animais maiores, como panteras.

Por exemplo, se uma sucuri der sopa, as ariranhas empregam uma técnica descrita por biólogos como “cabo de guerra”. Isto significa que elas esticam a cobra até os órgãos internos se romperem. Pesado, né?

Infelizmente, assim como no resto do mundo, o Brasil não está cuidando bem do seu bioma e, por conta disto, a ariranha é considerada uma espécie em perigo, já que a principal ameaça à sua sobrevivência é o desmatamento e a destruição do seu habitat.

Deste modo, com este bicho tipicamente brasileiro que corre risco de extinção, encerramos a nossa lista de animais mais raros do mundo. E aí, gostou?

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