Gatos

Quais são as doenças que atacam os gatos? Descubra aqui

Antigamente, quando não existiam vacinas, humanos e animais ficavam sujeitos ao risco constante de contraírem doenças, e morrerem.

Hoje, a boa notícia é que a maior parte dessas doenças podem ser evitadas com a vacinação correta.

Tanto humanos, quanto pets, como cães e gatos, ou animais utilitários, como vacas e cavalos devem seguir um calendário de vacinação que, ao contrário dos mitos, protegerão você e seu animal dessas doenças.


Assim, é muito importante que você sempre leve seu gato ao veterinário, e siga corretamente todas as orientações sobre vacinas.

Dessa forma, você protege seu amigo de quatro patas, e também você e sua família – afinal, algumas doenças que atacam os gatos podem acatar pessoas, também!

Porém, você sabe que doenças são essas? Como evitar elas? Quais são os sintomas?

Nós, do Senhor Gato, fomos atrás dessas respostas.

Confira aqui no post e garanta que todas as 7 vidas de seu felino estejam bem garantidas!

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ATENÇÃO: Esta postagem não substituí uma consulta ao veterinário. As informações trazidas aqui são gerais, e servem apenas para uma informação básica.

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Cada animal é único, e às vezes, os sintomas de uma doença aparecem em um gato, mas não aparecem em outro. Para saber mais, consulte seu veterinário de confiança.

Ancilostomíase

O que é: Doença que ataca o intestino dos gatos, transmitida por parasitas, e afeta animais de qualquer idade, podendo levar a morte. Pode atacar seres humanos.
Como é transmitida: Água contaminada; alimentos contaminados; transmissão pela pele; transmissão pelo leite.
Sintomas: Anemia; fezes escuras, mucosas esbranquiçadas.
Diagnóstico: Exame de fezes.
Prevenção: A prevenção acontece com a limpeza adequada do ambiente onde o gato vive, limpeza adequada do animal, quando ele sair e voltar de casa, filtragem da água, e lavagem correta dos alimentos frescos.
Tratamento: Por meio de remédios, vermífugos e mudanças na dieta. Apenas o veterinário poderá determinar o tratamento mais adequado.

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Chlamydia felis

O que é: Uma bactéria que causa conjuntivite em gatos e pode atacar outros sistemas, como o reprodutivo. Pode ser transmitida para seres humanos, mas são casos raros.
Como é transmitida: Água contaminada, secreções contaminadas, contato próximo, fezes e urina contaminadas.
Sintomas: Conjuntivite, como ou sem sinais de rinite, secreções nasais, espirros, febres e perda de peso.
Diagnóstico: Exames de sangue, fezes e similares.
Prevenção: Pela vacinação polivalente para felinos, dada em três doses em períodos específicos da vida do gato, e pela higienização adequada do ambiente aonde o gato vive – Lembrando: apenas o veterinário poderá dizer qual é a melhor vacina e quando ela deve ser aplicada.
Tratamento: Remédios específicos para gatos. O tratamento deve ser feito por um veterinário capacitado.

Calicivirose

O que é: Doença viral que ataca o sistema respiratório dos gatos. É uma doença altamente contagiosa, e de fácil transmissão. Não é transmitida para seres humanos.
Como é transmitida: Pelo contato com saliva ou fezes contaminadas, pela proximidade com gatos infectados, através das vias respiratórias, por contato com brinquedos ou outros objetos que os gatos infectados tocaram.
Sintomas: Tosses, espirros, diarreia, febres, corrimentos nasais, falta de apetite, feridas na boca.
Diagnóstico: Exames de sangue, fezes e similares.
Prevenção: Pela vacinação polivalente para felinos, dada em três doses em períodos específicos da vida do gato, e pela higienização adequada do ambiente aonde o gato vive – Lembrando: apenas o veterinário poderá dizer qual é a melhor vacina e quando ela deve ser aplicada.
Tratamento: Remédios específicos para gatos. O tratamento deve ser feito por um veterinário capacitado.

Doença da arranhadura

O que é: Doença bacteriana de gatos, transmitida por arranhões, mordidas, e mordidas de insetos como pulgas. Pode ser transmitida para seres humanos, mas sem grandes sintomas.
Como é transmitida: Por arranhões, mordidas e mordidas de insetos.
Sintomas: Manchas na pele, febre, mal-estar, perda de peso.
Diagnóstico: Exames de sangue, fezes e similares.
Prevenção: Pela vacinação polivalente para felinos, dada em três doses em períodos. Lembrando: apenas o veterinário poderá dizer qual é a melhor vacina e quando ela deve ser aplicada.
Tratamento: Remédios específicos para gatos. O tratamento deve ser feito por um veterinário capacitado.

Leucemia felina

O que é: Doença extremamente letal para os gatos, é causada por um vírus, capaz de desenvolver linfomas, leucemia ou doenças degenerativas. Não afeta seres humanos.
Como é transmitida: Pelo contato com saliva, secreções nasais, fezes e urina contaminadas. Não é transmitida por arranhões ou por vias aéreas.
Sintomas: Os sintomas são variados, e alguns gatos não apresentam nenhum. Alguns dos sintomas mais comuns são anemias e linfomas.
Diagnóstico: A doença é identificada através de um teste específico, chamado ELISA. Em caso de positivo, o ELISA precisa ser repetido, depois de 30 dias.
Prevenção: A leucemia felina é prevenida com vacinação, mas a vacina não é 100% eficaz. Gatos que vivam em um ambiente higiênico, e com dieta adequada se tornam mais resistentes.
Tratamento: A leucemia felina é incurável, mas pode ser controlada com uma dieta balanceada, e cuidados para que o gato não se infecte com nenhuma outra doença. Existem casos em que o gato vive muitos anos com a doença, e casos raros em que o vírus é eliminado.

Panleucopenia felina

O que é: Doença viral que ataca os sistemas digestivos e respiratório de gatos, e em alguns casos, a medula óssea. Não afeta humanos.
Como é transmitida: Pelo contato com saliva, secreções nasais, fezes e urina contaminadas.
Sintomas: Diarreias, vômitos, desidratação, febres e sensibilidade no abdómen. Pode ser transmitida da mãe para o filhote, e os gatos afetados nascem com más-formações ou problemas no sistema nervoso central.
Diagnóstico: Exames de sangue, fezes e similares.
Prevenção: Pela vacinação polivalente para felinos, dada em três doses em períodos específicos da vida do gato, e pela higienização adequada do ambiente aonde o gato vive – Lembrando: apenas o veterinário poderá dizer qual é a melhor vacina e quando ela deve ser aplicada.
Tratamento: O tratamento costuma ser difícil de ser realizado e caro. O gato infectado vai receber reposição de fluídos e antibióticos. O tratamento deve ser feito por um veterinário capacitado.

Raiva

O que é: Doença viral rara em gatos, mas quase sempre fatal para esses animais. Ataca o sistema nervoso central e fazendo o animal perder o controle sobre alguns comportamentos. Pode ser transmitida para seres humanos, e ser fatal para pessoas, também.
Como é transmitida: Por mordidas, através da saliva infectada.
Sintomas: Além da tradicional espuma na boca, os sintomas incluem, mudanças de comportamento, espasmos, tremores, estrabismo, fotofobia (aversão à luz ou a lugares iluminados) e desorientação.
Diagnóstico: Não é possível fazer um diagnóstico da raiva, com o gato vivo. Porém, o veterinário consegue identificar, no animal, sinais de raiva, observando os sintomas.
Prevenção: Pela vacina antirrábica, dada em nos primeiros meses de vida. Lembrando: apenas o veterinário poderá dizer qual é a melhor vacina e quando ela deve ser aplicada.
Tratamento: Não existe um tratamento eficiente para a raiva em gatos. Só a vacina previne a raiva com sucesso de quase 100%.

Rinotraqueíte (gripe felina)

O que é: Doença viral que ataca gatos, de forma parecida com a gripe humana. Porém, não é contagiosa para seres humanos.
Como é transmitida: Pelo contato com saliva, secreções nasais, fezes e urina contaminadas.
Sintomas: Parecidos com os da gripe humana. Pode acontecer espirros, conjuntivites, dificuldades para respirar, infecções no pulmão e traqueia e rinites.
Diagnóstico: Exames clínicos de secreções nasais e saliva.
Prevenção: Pela vacinação polivalente para felinos, dada em três doses em períodos específicos da vida do gato, e pela higienização adequada do ambiente aonde o gato vive – Lembrando: apenas o veterinário poderá dizer qual é a melhor vacina e quando ela deve ser aplicada.
Tratamento: Remédios específicos para gatos. O tratamento deve ser feito por um veterinário capacitado.

Toxoplasmose

O que é: Doença causada por um protozoário. Pode ser transmitida para todos os animais, incluindo seres humanos, mas apenas os gatos se tornam hospedeiros.
Como é transmitida: Água contaminada; alimentos contaminados.
Sintomas: Variável, dependendo da idade do gato. Em filhotes, os sintomas mais comuns são vômitos e diarreias. Em gatos mais velhos, pode acontecer tosses, icterícia (pele amarela) febres e dores musculares.
Diagnóstico: Exames de sangue, fezes e similares.
Prevenção: A prevenção acontece com a limpeza adequada do ambiente onde o gato vive, limpeza adequada do animal, quando ele sair e voltar de casa, filtragem da água, e lavagem correta dos alimentos frescos.
Tratamento: Por meio de remédios e mudanças na dieta. Apenas o veterinário poderá determinar o tratamento mais adequado.

Seu gato já teve alguma dessas doenças? Faltou falarmos alguma informação? Conte para nós como foi.

Tire suas dúvidas nos comentários.

E, para não perder mais nenhuma publicação, se inscreva na nossa newsletter para receber sempre as atualizações do Senhor Gato no seu e-mail.

Sobre o autor

Lucas Silva

Escritor e professor. Escreve sobre literatura, poesia, animais, filmes, séries e demais coisas de cultura. Já publicou dois livros de poesia e logo publica mais um.

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Beleza

Como escolher o protetor solar? Veja as dicas!

Você sabe como escolher protetor solar? Então aprenda, hoje, como comprar o melhor produto de acordo com sua pele e dia a dia!

Descubra como escolher o seu protetor solar corretamente

Saber como escolher protetor solar é muito importante. Afinal, ele é capaz de proteger a pele contra raios de sol nocivos. Ainda, atua contra o envelhecimento da pele.

Contudo, hoje é possível encontrar um número muito alto de produtos desse tipo em prateleiras de farmácias e supermercados. Por isso, a compra e a escolha podem se tornar ainda mais difíceis.

Além disso, eles variam em relação à proteção FPS e UVA. Da mesma forma, no que diz respeito ao tipo da pele, à textura e aos elementos adicionais. Por exemplo, hoje muitos contam com coloração, para substituir a base. Por outro lado, também existem os que contam com antioxidantes, como vitamina C.

Como escolher o protetor solar, então, é uma tarefa que requer mais reflexão do que se imagina em princípio.

Dessa forma, nós trouxemos hoje para você algumas dicas essenciais. Com elas, você consegue escolher um protetor que realmente proteja sua pele. Ainda, que se enquadre no tipo da sua cútis e nas suas atividades diárias.

O que um bom protetor solar precisa ter?

Antes de tudo, para saber como escolher um protetor solar você deve se atentar ao rótulo do produto. Afinal, deve saber qual é a proteção que o produto lhe oferece e o que há na composição dele.

Isso diz respeito, por exemplo, à proteção FPS. Ela se refere à proteção que o protetor possui contra os raios UVB. Assim, ele corresponde ao número que tem indicação à frente do rótulo. Mas como funciona essa classificação?

Cada FPS corresponde ao número de minutos que o protetor garante a proteção. Assim, cada um deles equivale a 6 minutos. Isso, pois, uma pele branca demora cerca de 6 minutos para começar a ficar vermelha.

Assim, ao escolher protetor solar, o FPS 30 indica que o protetor garante proteção de 180 minutos (30 x 6). Por outro lado, o FPS 50 promete a proteção da sua pele por 300 minutos, ou seja, 06 horas.

Contudo, isso se altera para ocasiões em que há suor intenso ou contato com a água. Nesses casos, indica-se que haja a reaplicação do protetor a cada 02 horas, independentemente do seu fator de proteção.

Entenda mais sobre isso aqui

Mas como escolher o protetor solar de acordo com o FPS? Peles mais brancas devem dar preferência ao FPS 50 ou 60. Por outro lado, as morenas ou negras podem usar o protetor 30 sem maiores preocupações.

Ao escolher o seu protetor, ainda, é preciso dar atenção à proteção UVA, pois raios desse tipo atingem camadas mais profundas. Aliás, é possível sofrer queimaduras desses raios sem que a pele sequer fique vermelha.

O fator UVA deve ser de ao menos 1/3 do fator FPS. Ou seja, um protetor FPS 60 deve apresentar, pelo menos, UVA 20. Assim, lembre-se de analisar a embalagem quanto a isso. Outras questões se referem aos ingredientes daquele protetor.

Os melhores são os que contam com elementos naturais. Por exemplo, óxido de zinco ou dióxido de titânio são bons compostos. Dessa forma, prefira produtos com eles ao invés daqueles com oxibenzona ou octocrileno, que são industriais e sintéticos.

Por fim, outras questões que merecem atenção ao escolher protetor solar são os demais produtos. Considere, por exemplo, a vitamina C e a cafeína. Elas são ótimas para os tratamentos da pele. Além disso, possuem ação antioxidante.

Com isso, ao mesmo tempo em que protegem são capazes de combater radicais livres. Ou seja, os responsáveis pelo envelhecimento precoce da pele. Por isso, se possível escolha um produto que conta com esses adicionais, pois são poderosos!

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Como escolher o melhor protetor solar para você?

Pois bem, agora você já sabe o que um bom protetor deve ter. Então, para terminar, aprenda como escolher o melhor protetor solar para sua pele. Assim, garanta a proteção dela e afaste os riscos do envelhecimento precoce das células.

Conheça seu tipo de pele

Primeiramente, conheça o seu tipo de pele. Existem protetores de vários tipos de textura. Assim, você deve usar aquele que realmente se adapta com sua cútis. Para as peles normais o melhor é apostar em sérum, loção ou protetor spray.

Por outro lado, as peles oleosas devem optar por protetor solar oil free. Ou, então, sérum com toque seco ou protetor em gel. Com isso, evita-se o acúmulo de óleo sobre a pele e aquele típico efeito brilhante.

Ainda, a pele seca deve dar preferência para protetores hidratantes. Por isso, o filtro em creme é uma ótima opção. Da mesma forma, as fórmulas com óleo e água na composição são perfeitas para a pele seca!

Analise o rótulo do produto

Ainda, para arrasar ao escolher o protetor solar é imprescindível ler o rótulo. Como vimos acima, ele guarda inúmeras informações. Desde a fórmula, a proteção FPS e UVA, a textura ou os componentes adicionais: tudo está ali.

Por isso, tire um tempo para realmente pesquisar sobre os produtos. Caso você queira economizar, veja quais são os com os melhores fatores dentro de uma faixa de preço. Isso, é claro, de acordo com o seu tipo de pele.

Pense no seu dia a dia

Outro fator muito importante em como escolher protetor solar é conhecer o seu dia a dia. Caso você se exponha muito ao sol, deve considerar proteção adicional. Ainda, os protetores com maiores FPS e UVA.

Da mesma forma, quem se expõe ao sol ao longo do dia precisa retocar o protetor. Dessa maneira, a melhor opção é o protetor solar que tenha a aplicação mais rápida e simples. Igualmente, a maior duração.

Consulte seu dermatologista

Finalmente, você também pode mandar bem em como escolher o protetor solar ao buscar ajuda da sua dermatologista. Com isso você garante orientações que são ideais para seu tipo de pele.

Ainda, isso é crucial especialmente se houver algum tipo de doença de pele ou esteja em tratamento contra acne e manchas.

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