Gatos

Quais são as doenças que atacam os gatos? Descubra aqui

por

Lucas Silva

Publicado em

Antigamente, quando não existiam vacinas, humanos e animais ficavam sujeitos ao risco constante de contraírem doenças, e morrerem.

Hoje, a boa notícia é que a maior parte dessas doenças podem ser evitadas com a vacinação correta.

Tanto humanos, quanto pets, como cães e gatos, ou animais utilitários, como vacas e cavalos devem seguir um calendário de vacinação que, ao contrário dos mitos, protegerão você e seu animal dessas doenças.


Assim, é muito importante que você sempre leve seu gato ao veterinário, e siga corretamente todas as orientações sobre vacinas.

Dessa forma, você protege seu amigo de quatro patas, e também você e sua família – afinal, algumas doenças que atacam os gatos podem acatar pessoas, também!

Porém, você sabe que doenças são essas? Como evitar elas? Quais são os sintomas?

Nós, do Senhor Gato, fomos atrás dessas respostas.

Confira aqui no post e garanta que todas as 7 vidas de seu felino estejam bem garantidas!

ATENÇÃO: Esta postagem não substituí uma consulta ao veterinário. As informações trazidas aqui são gerais, e servem apenas para uma informação básica.
Cada animal é único, e às vezes, os sintomas de uma doença aparecem em um gato, mas não aparecem em outro. Para saber mais, consulte seu veterinário de confiança.
ANÚNCIOS

Ancilostomíase

O que é: Doença que ataca o intestino dos gatos, transmitida por parasitas, e afeta animais de qualquer idade, podendo levar a morte. Pode atacar seres humanos.
Como é transmitida: Água contaminada; alimentos contaminados; transmissão pela pele; transmissão pelo leite.
Sintomas: Anemia; fezes escuras, mucosas esbranquiçadas.
Diagnóstico: Exame de fezes.
Prevenção: A prevenção acontece com a limpeza adequada do ambiente onde o gato vive, limpeza adequada do animal, quando ele sair e voltar de casa, filtragem da água, e lavagem correta dos alimentos frescos.
Tratamento: Por meio de remédios, vermífugos e mudanças na dieta. Apenas o veterinário poderá determinar o tratamento mais adequado.

Chlamydia felis

O que é: Uma bactéria que causa conjuntivite em gatos e pode atacar outros sistemas, como o reprodutivo. Pode ser transmitida para seres humanos, mas são casos raros.
Como é transmitida: Água contaminada, secreções contaminadas, contato próximo, fezes e urina contaminadas.
Sintomas: Conjuntivite, como ou sem sinais de rinite, secreções nasais, espirros, febres e perda de peso.
Diagnóstico: Exames de sangue, fezes e similares.
Prevenção: Pela vacinação polivalente para felinos, dada em três doses em períodos específicos da vida do gato, e pela higienização adequada do ambiente aonde o gato vive – Lembrando: apenas o veterinário poderá dizer qual é a melhor vacina e quando ela deve ser aplicada.
Tratamento: Remédios específicos para gatos. O tratamento deve ser feito por um veterinário capacitado.

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Calicivirose

O que é: Doença viral que ataca o sistema respiratório dos gatos. É uma doença altamente contagiosa, e de fácil transmissão. Não é transmitida para seres humanos.
Como é transmitida: Pelo contato com saliva ou fezes contaminadas, pela proximidade com gatos infectados, através das vias respiratórias, por contato com brinquedos ou outros objetos que os gatos infectados tocaram.
Sintomas: Tosses, espirros, diarreia, febres, corrimentos nasais, falta de apetite, feridas na boca.
Diagnóstico: Exames de sangue, fezes e similares.
Prevenção: Pela vacinação polivalente para felinos, dada em três doses em períodos específicos da vida do gato, e pela higienização adequada do ambiente aonde o gato vive – Lembrando: apenas o veterinário poderá dizer qual é a melhor vacina e quando ela deve ser aplicada.
Tratamento: Remédios específicos para gatos. O tratamento deve ser feito por um veterinário capacitado.

Doença da arranhadura

O que é: Doença bacteriana de gatos, transmitida por arranhões, mordidas, e mordidas de insetos como pulgas. Pode ser transmitida para seres humanos, mas sem grandes sintomas.
Como é transmitida: Por arranhões, mordidas e mordidas de insetos.
Sintomas: Manchas na pele, febre, mal-estar, perda de peso.
Diagnóstico: Exames de sangue, fezes e similares.
Prevenção: Pela vacinação polivalente para felinos, dada em três doses em períodos. Lembrando: apenas o veterinário poderá dizer qual é a melhor vacina e quando ela deve ser aplicada.
Tratamento: Remédios específicos para gatos. O tratamento deve ser feito por um veterinário capacitado.

Leucemia felina

O que é: Doença extremamente letal para os gatos, é causada por um vírus, capaz de desenvolver linfomas, leucemia ou doenças degenerativas. Não afeta seres humanos.
Como é transmitida: Pelo contato com saliva, secreções nasais, fezes e urina contaminadas. Não é transmitida por arranhões ou por vias aéreas.
Sintomas: Os sintomas são variados, e alguns gatos não apresentam nenhum. Alguns dos sintomas mais comuns são anemias e linfomas.
Diagnóstico: A doença é identificada através de um teste específico, chamado ELISA. Em caso de positivo, o ELISA precisa ser repetido, depois de 30 dias.
Prevenção: A leucemia felina é prevenida com vacinação, mas a vacina não é 100% eficaz. Gatos que vivam em um ambiente higiênico, e com dieta adequada se tornam mais resistentes.
Tratamento: A leucemia felina é incurável, mas pode ser controlada com uma dieta balanceada, e cuidados para que o gato não se infecte com nenhuma outra doença. Existem casos em que o gato vive muitos anos com a doença, e casos raros em que o vírus é eliminado.

Panleucopenia felina

O que é: Doença viral que ataca os sistemas digestivos e respiratório de gatos, e em alguns casos, a medula óssea. Não afeta humanos.
Como é transmitida: Pelo contato com saliva, secreções nasais, fezes e urina contaminadas.
Sintomas: Diarreias, vômitos, desidratação, febres e sensibilidade no abdómen. Pode ser transmitida da mãe para o filhote, e os gatos afetados nascem com más-formações ou problemas no sistema nervoso central.
Diagnóstico: Exames de sangue, fezes e similares.
Prevenção: Pela vacinação polivalente para felinos, dada em três doses em períodos específicos da vida do gato, e pela higienização adequada do ambiente aonde o gato vive – Lembrando: apenas o veterinário poderá dizer qual é a melhor vacina e quando ela deve ser aplicada.
Tratamento: O tratamento costuma ser difícil de ser realizado e caro. O gato infectado vai receber reposição de fluídos e antibióticos. O tratamento deve ser feito por um veterinário capacitado.

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Raiva

O que é: Doença viral rara em gatos, mas quase sempre fatal para esses animais. Ataca o sistema nervoso central e fazendo o animal perder o controle sobre alguns comportamentos. Pode ser transmitida para seres humanos, e ser fatal para pessoas, também.
Como é transmitida: Por mordidas, através da saliva infectada.
Sintomas: Além da tradicional espuma na boca, os sintomas incluem, mudanças de comportamento, espasmos, tremores, estrabismo, fotofobia (aversão à luz ou a lugares iluminados) e desorientação.
Diagnóstico: Não é possível fazer um diagnóstico da raiva, com o gato vivo. Porém, o veterinário consegue identificar, no animal, sinais de raiva, observando os sintomas.
Prevenção: Pela vacina antirrábica, dada em nos primeiros meses de vida. Lembrando: apenas o veterinário poderá dizer qual é a melhor vacina e quando ela deve ser aplicada.
Tratamento: Não existe um tratamento eficiente para a raiva em gatos. Só a vacina previne a raiva com sucesso de quase 100%.

Rinotraqueíte (gripe felina)

O que é: Doença viral que ataca gatos, de forma parecida com a gripe humana. Porém, não é contagiosa para seres humanos.
Como é transmitida: Pelo contato com saliva, secreções nasais, fezes e urina contaminadas.
Sintomas: Parecidos com os da gripe humana. Pode acontecer espirros, conjuntivites, dificuldades para respirar, infecções no pulmão e traqueia e rinites.
Diagnóstico: Exames clínicos de secreções nasais e saliva.
Prevenção: Pela vacinação polivalente para felinos, dada em três doses em períodos específicos da vida do gato, e pela higienização adequada do ambiente aonde o gato vive – Lembrando: apenas o veterinário poderá dizer qual é a melhor vacina e quando ela deve ser aplicada.
Tratamento: Remédios específicos para gatos. O tratamento deve ser feito por um veterinário capacitado.

Toxoplasmose

O que é: Doença causada por um protozoário. Pode ser transmitida para todos os animais, incluindo seres humanos, mas apenas os gatos se tornam hospedeiros.
Como é transmitida: Água contaminada; alimentos contaminados.
Sintomas: Variável, dependendo da idade do gato. Em filhotes, os sintomas mais comuns são vômitos e diarreias. Em gatos mais velhos, pode acontecer tosses, icterícia (pele amarela) febres e dores musculares.
Diagnóstico: Exames de sangue, fezes e similares.
Prevenção: A prevenção acontece com a limpeza adequada do ambiente onde o gato vive, limpeza adequada do animal, quando ele sair e voltar de casa, filtragem da água, e lavagem correta dos alimentos frescos.
Tratamento: Por meio de remédios e mudanças na dieta. Apenas o veterinário poderá determinar o tratamento mais adequado.

Seu gato já teve alguma dessas doenças? Faltou falarmos alguma informação? Conte para nós como foi.

Tire suas dúvidas nos comentários.

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Escritor e professor. Escreve sobre literatura, poesia, animais, filmes, séries e demais coisas de cultura. Já publicou dois livros de poesia e logo publica mais um.

Animais

Animais mais raros do mundo: conheça as 10 espécies que só os homens sortudos terão a honra de ver

por

Priscila B.

Publicado em

| Atualizado em

Atualmente, existe uma variedade de animais que são super raros, sendo difícil alguém de nós termos a oportunidade de apreciar as suas peculiaridades e belezas raras. Neste texto, você descobrirá quem são eles.

Os seres humanos sempre foram fascinados pela vida selvagem, mas ela sempre dá ainda mais motivos para nos surpreender.

Uma justificativa? Os animais mais raros do mundo.

Existem muitos bichos raros que você jamais ouviu falar ou nunca esperou ver em sua vida. Até os que você acha que já conhece, eles, muitas vezes, causam surpresas.

Existem muitos bichos raros que você jamais ouviu falar ou nunca esperou ver em sua vida. Até os que você acha que já conhece, eles, muitas vezes, causam surpresas, apresentando-se com cores ou formas incomuns.

E aí, você saberia nos dizer quais são os animais mais raros do mundo? Se não, então chegou a sua hora de descobrir!

10. Leopardo-de-amur

Começando a nossa lista de animais mais raros do mundo, temos o leopardo-de-amur, também conhecido como leopardo-siberiano.

Para quem não o conhece, trata-se de uma subespécie de leopardo, a qual é encontrada na região de Primorye, da Rússia, e em algumas regiões da China que fazem fronteira com o território russo.

Começando a nossa lista de animais mais raros do mundo, temos o leopardo-de-amur, também conhecido como leopardo-siberiano.

Em 19 de Junho de 2018, um artigo da revista científica Conservation Letters noticiou que restavam apenas 84 leopardos-de-amur em estado selvagem.

Não à toa, a União Internacional para a Conservação da Natureza considerou a crítica a ameaça de extinção desta espécie.

A principal razão que colocou os leopardos-de-amur nesta situação de risco de serem extintos foram a degradação de seu habitat natural por consequência da exploração de madeira, da agricultura e de incêndios florestais.

Além disto, este animal é alvo de caça clandestina motivada pelo valor de sua pele.

09. Rinoceronte-de-sumatra

Conhecido por ser a menor das espécies de rinocerontes e o que tem mais características primitivas, o rinoceronte-de-sumatra é uma das cinco espécies viventes da família Rhinocerotidae.

Originalmente distribuído pelo sudeste asiático, foi dizimado em grande parte de sua área geográfica, restando apenas pequenas populações isoladas na Indonésia e Malásia.

Conhecido por ser a menor das espécies de rinocerontes e o que tem mais características primitivas, o rinoceronte-de-sumatra é uma das cinco espécies da família Rhinocerotidae.

Quer dizer, não mais na Malásia. Em 2019, ainda restava um casal no país, mas ambos morreram no ano passado.

O último Rinoceronte-de-Sumatra macho da Malásia se foi em maio, enquanto que a fêmea em novembro.

Sendo assim, hoje restam apenas 80 apenas deles na Indonésia, o que coloca esta espécie em uma situação crítica de extinção.

Assim como o leopardo-de-amur, o rinoceronte-de-sumatra tem sido alvo de caçadores para o comércio ilegal, principalmente por conta do alto valor de seus cornos, os quais são muito valorizados na medicina tradicional chinesa.

Além disso, a perda do seu habitat para a agricultura, pecuária e indústria madeireira também agravou a ameaça à espécie.

08. Gorila da planície ocidental

O Gorila da planície ocidental, cujo nome científico é Gorilla gorilla gorilla (sim, isto mesmo que você leu! Não foi erro de digitação!)

Ele é uma subespécie do gorila-do-ocidente (Gorilla gorilla).

Considerado um dos animais mais raros do mundo, ele vive em florestas primárias e secundárias, além de pântanos da planície, na África Central, em Angola, Camarões, República do Congo, Guiné Equatorial e Gabão.

Considerado um dos animais mais raros do mundo, o Gorila da planície, cujo nome científico é Gorilla gorilla gorilla é uma subespécie do gorila-do-ocidente (Gorilla gorilla).

Pesquisas realizadas desde a década de 1980 sugerem que a caça comercial e os surtos do vírus Ebola estão por trás da queda do número das espécies deste gorila na África.

Com as últimas epidemias, o número pode ter caído ainda mais.

Todavia, felizmente, o Zoológico de Cincinnati, nos Estados Unidos, está trabalhando duro para reverter esta situação.

Nele, há cerca de 550 indivíduos da espécie na sua unidade de conservação, liderando os nascimentos em cativeiro.

07. Rato-pigmeu de montanha

Você já pensou na possibilidade de um rato configurar a lista dos animais mais raros do mundo? Pois é, parece mentira, mas não é não!

E quem contradiz o nosso raciocínio é o rato-pigmeu de montanha, também conhecido como Gambá do pigmeu da montanha.

Com cerca de 45 gramas, o rato-pigmeu de montanha são pequenos animais noturnos e onívoros que vivem de uma dieta de invertebrados, frutos, sementes, néctar e pólen.

Com cerca de 45 gramas, o rato-pigmeu de montanha são pequenos animais noturnos e onívoros que vivem de uma dieta de invertebrados, frutos, sementes, néctar e pólen.

Estão localizados em ambientes frios e montanhosos do sul da Austrália - e é justamente pela característica de seu habitat que estes animais estão sumindo.

Isto porque a construção de resorts de esqui nas regiões alpinas da Austrália tem sido também um dos maiores fatores atribuídos ao declínio da população.

Inclusive, desde 2008, o rato-pigmeu de montanha foi incluído na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) como criticamente em perigo.

As estimativas populacionais totalizaram que há menos de 2 mil indivíduos da espécie.

06. Crocodilo-filipino

O crocodilo-filipino, também conhecido como o crocodilo Mindoro ou o crocodilo de água doce filipinos, é uma espécie de crocodilo comum nas Filipinas.

Dentre os animais da mesma espécie, este é relativamente médio de tamanho: os machos geralmente não crescem mais do que cerca de 3 metros de comprimento, enquanto as fêmeas são ainda menores.

O crocodilo-filipino, também conhecido como o crocodilo Mindoro ou o crocodilo de água doce filipinos, é uma espécie de crocodilo comum nas Filipinas.

Como pode prever, o crocodilo-filipino é uma das espécies de crocodilianos mais severamente ameaçadas.

Isto porque o seu território, o qual ocupa os rios filipinos, vem sendo destruído e convertido em plantações de arroz, acarretando, por conseguinte, em sua imensa perda populacional.

Um fato curioso sobre o crocodilo-filipino diz respeito ao incidente ocasionado por este animal e uma cuidado do Jardim Zoológico de Zurique, na Suíça.

Ao cuidar do bicho, ela acabou sendo atacada e, para que o crocodilo largasse o seu braço, foi necessário atirar nele e matá-lo.

05. Antílope branco

Também conhecido como adax, o antílope branco é um mamífero artiodáctilo da família dos bovídeos e vive espalhado pelas regiões desérticas no norte da África, do oceano Atlântico ao rio Nilo.

Atualmente, está apenas na parte nigeriana do deserto do Saara, mas já foi encontrado por toda a África.

Também conhecido como adax, o antílope branco é um mamífero da família dos bovídeos e vive espalhado pelas regiões desérticas no norte da África, do oceano Atlântico ao rio Nilo.

Embora os antílopes brancos sejam bem adaptados no seu habitat desértico, podendo viver sem água durante longos períodos de tempo, eles se encontram em grande risco de extinção.

Cientistas estimam que apenas 300 indivíduos selvagens desta espécie ainda existam nos dias de hoje. Não à toa, eles estão na nossa lista dos animais mais raros do mundo.

Mas nem tudo é notícia ruim! O zoológico de Brasília, no Brasil, divulgou que conseguiu montar um banco genético de genes de animais mamíferos, o maior da América Latina.

Neste banco, têm-se o sêmen e embriões de mamíferos, incluindo dos antílopes brancos, para futura perpetuação das espécies.

04. Orangotango-de-sumatra

Encontrado apenas na ilha de Sumatra, na Indonésia, o orangotango-de-sumatra (nome científico: Pongo abelii) é uma das três espécies de orangotangos.

Ela, por sua vez, é a mais rara dentre todas e há somente cerca de 7300 indivíduos em estado selvagem.

Encontrado apenas na ilha de Sumatra, na Indonésia, o orangotango-de-sumatra é uma das três espécies de orangotangos, sendo a mais rara dentre todas.

Nos últimos 75 anos, o número total da população de orangotangos-de-sumatra caiu em cerca de 80%.

O principal motivo para o seu declínio é devido à exploração madeireira em seu habitat. Ou seja, mais uma vez o homem destruindo o habitat alheio e deixando graves consequências para o reino animal.

Com o orangotango-de-sumatra, chegamos à reta final do nosso texto de animais mais raros do mundo. E aí, você consegue opinar sobre o que mais vem por aí?

03. Íbis-eremita

O íbis-eremita é uma espécie de ave migratória da família Threskiornithidae.

Encontrados em habitats semidesérticos ou rochosos, geralmente perto de rios, estes animais já habitaram todo o Oriente Médio, norte da África, sul e centro da Europa, tendo um registro fóssil que remonta pelo menos 1,8 milhão de anos.

Há mais de 300 anos, esta espécie desapareceu da Europa e foi considerada extinta, até que foi redescoberto no deserto sírio perto de Palmyra em 2002.

Hoje, os cientistas estimam que existam cerca de 500 aves selvagens restantes no sul de Marrocos e menos de 10 na Síria.

Há mais de 300 anos, o íbis-eremita desapareceu da Europa e foi considerada extinta, até que foi redescoberto no deserto sírio perto de Palmyra em 2002.

As razões para a queda no número de indivíduos não são totalmente claras, mas a caça e perda do habitat, além de intoxicação por agrotóxicos, têm sido consideradas.

Para combater esse declínio, programas de reintrodução foram instituídos internacionalmente, com uma colônia de reprodução na Turquia, bem como locais na Áustria, Espanha e norte de Marrocos.

Um fato que precisa ser ressaltado é que, enquanto espécie migratória, a íbis-eremita ainda está extinta.

Para reaprenderem a migrar, um ultraleve está sendo usado para guiá-las na esperança de, mais tarde, serem autônomas.

02. Doninha-de-patas-pretas

O segundo lugar dos animais mais raros do mundo é a doninha-de-patas-pretas.

Também conhecida como toirão-americano ou furão-do-pé-preto,é uma espécie de mustelídeo nativa do centro de América do Norte e está listada como em perigo pela IUCN justamente por correr risco de extinção.

Descoberta em 1851, a doninha-de-patas-pretas entrou em declínio populacional ao longo do século XX devido à peste silvestre.

Com isto, em 1979, foi declarada extinta, mas felizmente sua existência foi redescoberta quando um cão de guarda de uma família norte-americana criadora de gado encontrou um animal morto em 1981.

O segundo lugar dos animais mais raros do mundo é a doninha-de-patas-pretas, também conhecida como toirão-americano ou furão-do-pé-preto

Depois deste caso, a restante e diminuta população das doninhas-de-patas-pretas foi protegida por um programa de procriação em cativeiro.

Com isto, foi possível a sua reintrodução em oito estados dos Estados Unidos, além do no México, de 1991 a 2008. Até 2013, existiam em torno de 500 doninhas em ambiente selvagem e 300 em cativeiro.

Atualmente, graças ao trabalho de programas de conservação, atualmente são mais de 1000 indivíduos adultos nascidos em estado selvagem, perfazendo cerca de 18 populações.

Dentre elas, quatro são populações auto-sustentadas e estão localizadas no território estadunidense, mais especificadamente na Dakota do Sul (duas), Arizona e Wyoming.

01. Ariranha

Também é chamada de “lobo-de-rio” por caçar em matilhas, ariranha é um mamífero mustelídeo, característico do Pantanal e da bacia do Rio Amazonas, na América do Sul.

Pois é, o número 1 da nossa lista de animais mais raros do mundo é típico do nosso Brasil.

Também é chamada de “lobo-de-rio” por caçar em matilhas, ariranha é um mamífero mustelídeo, característico do Pantanal e da bacia do Rio Amazonas, na América do Sul.

A ariranha, à uma primeira vista, até parece fofa, mas ela tem comportamentos assustadores.

Como falamos, este animal caça em matilhas e o grupo consegue enfrentar até animais maiores, como panteras.

Por exemplo, se uma sucuri der sopa, as ariranhas empregam uma técnica descrita por biólogos como “cabo de guerra”. Isto significa que elas esticam a cobra até os órgãos internos se romperem. Pesado, né?

Infelizmente, assim como no resto do mundo, o Brasil não está cuidando bem do seu bioma e, por conta disto, a ariranha é considerada uma espécie em perigo, já que a principal ameaça à sua sobrevivência é o desmatamento e a destruição do seu habitat.

Deste modo, com este bicho tipicamente brasileiro que corre risco de extinção, encerramos a nossa lista de animais mais raros do mundo. E aí, gostou?

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