Animais

Viajar sem seu animal: Pet Hotel ou Pet Sitter

por

Lucas Silva

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Você vai viajar de avião e não quer levar seu cachorro? Vai para aquela cidade de praia meio isolada, tem medo de levar seu gato, e o bichano se perder? Vai tirar uma segunda lua-de-mel e não quer levar seu filho de quatro patas?

Não tem problemas: deixe seu amigo em um Pet Hotel (Hotelzinho) ou com um Pet Sitter.

Apesar de viajar com seu bicho é superlegal, tem viagens que é melhor ele não ir; então, escolher um bom cuidador para ele é essencial.

O primeiro lugar é uma casa especializada, com uma equipe que vai garantir amor, carinho e cuidados para seu cachorro ou gato, mas num lugar estranho a ele. O segundo, é uma pessoa que vai na sua casa, durante algumas horas do dia, e lá vai se dedicar, exclusivamente, ao seu amigo peludo, dando todo o amor e cuidado que ele precisa.

Porém, qual é a opção mais adequada para seu animal? Qual é a mais adequada para o seu estilo de vida? A seguir, listamos algumas vantagens e desvantagens de Pet Hotéis e Pet Sitters, para te ajudar a decidir qual serviço escolher, e assim, poder aproveitar sua viagem, sem preocupação!

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Conforto

Se para nós, sair um pouco da rotina, experimentar uma cama nova, acordar com uma bela paisagem é renovador, para o cachorro ou gato, às vezes é assustador. Pense bem: ele está em um lugar que ele não conhece, com pessoas e animais que ele não conhece.

Assim, o chamar um Pet Sitter é uma opção bem melhor, em termos de conforto. Seu animal não vai sair do lugar dele, da cama dele, não vai se afastar dos seus brinquedos e do seu cantinho do xixi…

Claro que tem animais que conseguem se dar muito bem em lugares novos. Também temos Pet Hotéis que, igual hotéis para pessoas, são muito mais luxuosos que nossas casas. Então, se você acha que seu amigo merece dar essa variada de ambiente, vale a pena investigar.

Mas é como diz o ditado: não há lugar como nosso lar.

Ponto: Pet Sitter

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Socialização

A não ser que você seja o tutor de vários animais, quando você viaja, seu gato ou cachorro vão ficar sozinhos em casa. O Pet Sitter vai na sua casa, vai brincar com eles e, eventualmente, poderá levar seu amigo para passear. Mas ele ficará sozinho, principalmente de noite.

Gatos são, por instinto, animais mais propensos a ficarem sozinhos. Pense em um tigre, ou um leopardo: grandes felinos solitários. Diferente de cães, que evoluíram dos lobos, que viviam em enormes alcatéias. Assim, em um Pet Hotel, seu animal vai interagir com outros bichos da sua espécie e até de outras.

Para algumas raças de cachorro e até de gatos, ficar muitos dias sozinho pode ser bastante estressante. Pense bem: um som diferente, pessoas diferentes no bairro, ou situações inesperadas (como gritos de torcedores em dias de jogos) são coisas que vão assustar seu animal.

Se ele estiver com outros animais, no Hotelzinho, vai se sentir mais seguro, mais acolhido. Na sua casa, principalmente de noite, ele não terá ninguém para passar essa sensação de segurança.

Ponto: Hotelzinho

Atendimento individual

Quando falamos dos nossos animais, todo dono é igual: “todos os gatos são parecidos, mas só o meu gato faz isso”, vão dizer os donos. O mesmo vale para cachorros.

Dessa forma, o serviço que vai, melhor atender às necessidades exclusivas do seu animal, é um Pet Sitter. Nos Pet Hotéis, é claro que seu cachorro ou gato será muito bem cuidado, será observado de perto por cuidadores especializados e carinhosos, e vai brincar bastante. Mas, será um tratamento genérico – porque terão lá muitos outros animais

Dessa forma, só um Pet Sitter, contratado para cuidar exclusivamente do seu animal, vai saber fazer aqueles cafunés e brincadeiras que só o seu cachorro ou gato gostam. Essa pessoa estará lá para entender seu amigo peludo, para se dedicar exclusivamente para ele, e eventualmente, para fazer chamadas de vídeo para você falar com seu bichinho.

Além disso, alguns Pet Sitter podem fazer visitas ao seu animal, algumas semanas antes da sua viagem. Assim, seu gatou ou cachorro não vão estranhar quando ele for lá, e você não estiver, e o profissional já vai conhecendo melhor, cada necessidade própria, do seu amigo peludo.

Um Pet Sitter é alguém que vai amar seu pet tanto quanto você.

Ponto: Pet Sitter

Seu gato está entediado? Descubra aqui arranhadores divertidos e diferentes para ele se distrair!

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Segurança

Quando você hospeda seu gato ou cachorro em um Pet Hotel, lá haverá monitoramento por câmeras, 24 horas, provavelmente, um veterinário plantonista, além de diversas pessoas, cuidando para que seu cachorro não sinta frio, fome sede, e fique sempre limpo. Ou seja, é um lugar seguro, administrado por pessoas experientes e dedicadas.

Um Pet Sitter precisa ser uma pessoa de sua extrema confiança. Existem alguns pet shops que, eventualmente, oferecem o serviço. Mesmo assim, pense bem: trata-se de uma pessoa que vai entrar, sozinha (é o que se espera) na sua casa, e, sem ninguém ver, e sem nenhuma presença de câmeras de monitoramento, vai cuidar de seu amigo – e ter acesso às suas coisas.

Por isso, é muito importante você pesquisar bem, quem é o Pet Sitter, caso opte por esse serviço. Pesquisar referências, o que falam dele nas redes sociais, se há fotos do profissional com outros cães e gatos, se ele tem conhecimentos básicos de veterinária e primeiros socorros, se ele sabe sobre alimentação animal…

Além disso, haverá períodos em que o seu animal estará sozinho, no caso de contratar um Pet Sitter. Assim, se acontecer algum problema na casa, no momento em que o Pet Sitter já tiver ido embora, não terá lá ninguém pra resolver isso de forma rápida.

É claro que existem milhares de Pet Sitters excelentes, como também existem Pet Hotéis com atendimento e instalações que deixam a desejarem. Por isso, pesquisar sobre Hoteizinhos, ver avaliações em sites especializados e redes sociais, procurar fotos, é muito importante.

Mas, de maneira geral, Pet Hotéis são mais seguros – em uma avaliação genérica.

Ponto: Hotelzinho

Valores

Um Pet Sitter é um profissional que vai dedicar algumas horas do seu dia, exclusivamente, ao seu gato ou cachorro. Ele estará com seu animal por certo período de horas, vai conversar com ele, levar para passear, dar banho, fazer toda a higiene…

Em um Pet Hotel, seu animal será cuidado, limpo, bem alimentado, brincará bastante. Mas ele não será o único animal do lugar.

Logo, alguns serviços de Pet Sitter podem ser tão caros quanto de um Hotelzinho, se não mais.

O Hotelzinho tem o custo com lavanderia e limpeza das áreas comuns, ração, eventuais remédios e brinquedos (principalmente se você tiver um cachorro que adora destruir coisas), além das contas como água, luz e eletricidade. E alguns são tão luxuosos quanto hotéis de luxo para pessoas.

Um Pet Sitter vai cobrar pelo horário que estará, pelo serviço (só alimentar e brincar? Correr com o animal? Aparar o pelo e as unhas?), mas não vai somar ao valor total as contas como mercado, farmácia e brinquedos. Logo, talvez seus valores sejam menos, mas nesse caso, você terá que arcar com todas as outras contas.

Então, vale você pesquisar bastante, sobre a estrutura e as facilidades de cada serviço, se a questão do valor for um problema.

Ponto: Empate

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Resultado

Tanto um Pet Sitter quanto um Pet Hotel podem ser escolhas boas ou não, para o seu gato ou cachorro, quando você for viajar. A primeira coisa a fazer é você analisar o que você acredita que será o melhor para seu amigo. Em segundo lugar, você deve pesar as vantagens e desvantagens de cada serviço, e então, procurar aquele que for o melhor possível, o que mais te agradar e te passar confiança, dentro das suas condições.

Cada serviço tem seus pontos positivos e negativos, e, como cada gato e cada cachorro é um ser único, às vezes, um serviço será melhor para o bichano de um tutor, mas não será para outro.

Por isso, é importante você conhecer seu pet, e então pensar consigo mesmo, qual serviço será melhor para ele. O mais importante é não deixar a oportunidade das suas merecidas férias passar. Seu animal ficará bem, se o serviço escolhido for realizado por pessoas dedicadas e carinhosas.

Todo mundo merece umas férias. Até nossos amigos de quatro patas!

E você? Já hospedou seu gato ou cachorro em um Hotelzinho? Já contratou um Pet Sitter? Conte para nós como foi, nos comentários. Diga se esquecemos de abordar alguma coisa.

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Escritor e professor. Escreve sobre literatura, poesia, animais, filmes, séries e demais coisas de cultura. Já publicou dois livros de poesia e logo publica mais um.

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10 dicas de ouro de como cuidar de um filhote de gato

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Lucas Silva

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Imagine a cena, você sempre quis adotar um gato; então você vai até o centro de adoção mais próximo, e chegando lá, o que vê? Filhotes! Pronto, agora sua dificuldade é apenas escolher qual daquelas bolotas de pelos vai ser o mais novo morador de sua casa.

O que muita gente não sabe, porém, é que criar um gatinho é bem mais do que só ensinar a fazer xixi na areia, e tomar cuidado pra ele não cair no vão do sofá.

Pense comigo: você conhece o calendário de vacinas felinas sabe qual a ração correta? Sabe quando seu amiguinho vai trocar os pelos e os dentes?

Falando assim, parece muita coisa. Porém, são detalhes que, com dedicação, você aprende rapidinho. E depois, seu gato vai crescer tão rápido, que ensinar tudo de novo, vai até dar saudades. Confira!

10. Como montar o espaço do seu filhote de gato?

O filhote de gato é, como todo filhote, uma coisinha inocente, e cheia de curiosidade sobre o mundo. Então, ele vai chegar à sua casa, ávido para descobrir sobre tudo quanto for possível.

Pense só: ele não sabe que as lâmpadas queimam, não sabe que vasos caem no chão e quebram, não sabem que sua almofada de seda não serve para ser mordida...

É um mundo novo para ele. Então, você precisa preparar o espaço para seu filhote de gato e, principalmente, ficar próximo do gatinho, para ele não se machucar.

Colocar telas nas janelas, afastar plantas (e não ter nenhuma venenosa), também é primordial. Criar “esconderijos” e “desafios” com caixas e tábuas de arranhar também fará muito bem ao seu filhote.

Por outro lado, ter brinquedos e arranhadores diversificados vai ajudar seu filhote a desenvolver autonomia, autoconhecimento e confiança.

Autoconhecimento, no caso, é ele saber e entender logo seus limites físicos, suas habilidades, e suas preferências. E claro, ter a caixinha (ou as caixinhas) de areia em lugares estratégicos e de fácil acesso.

09. Ensinando seu filhote de gato a fazer xixi

Justamente por ser um filhote, seu gatinho são saberá o que é fazer xixi ou cocô na areia. Se ele for um pouco mais velho, provavelmente terá visto a mãe fazendo, e, assim, já terá alguma noção.

Mas se o filhote for bem jovem, quem vai ensinar é você. Então, algumas dicas são essenciais.

A primeira é ter pelo menos duas caixas de areia, para seu gato. Às vezes, o gato faz xixi num canto e cocô no outro, então, é importante você considerar isso, no treinamento. E ainda, ter as caixas sempre limpas.

A segunda dica é limitar o acesso do seu gato. Se ele já souber desde pequeno, onde não pode ir, isso vai facilitar na hora de ele escolher onde fará suas necessidades.

Outras coisas, como limpar os dejetos na mesma hora – para o gato não conseguir sentir seu cheiro de novo, e então não achar que pode fazer cocô ali sempre –, e colocar estratos ou folhas secas de plantas que seu gato não gosta, no local, podem ajudar.

Mas a primeira regra: incentive o uso da caixa de areia.

08. Os dentes e as unhas do filhote de gatos

Muita gente não sabe, mas gatos também têm dentes de leite. Eles caem ao longo do primeiro ano de vida dos filhotes, mesmo assim, eles devem ser escovados.

Para isso, procure uma escova e uma pasta própria para pets na loja especializada de sua confiança.

Já em relação às unhas, elas devem ser cuidadas para não encravar e não crescer demais. Arranhadores ajudam a desgastar as unhas velhas, mas limpar, lixar e cortar é importante, para manter a higiene do bichano.

Condicionar seu gato a esses rituais, desde a infância deles, é importante, para que eles cresçam adultos saudáveis, e não estranhem você fazendo os atos de limpeza.

Para mais dicas sobre as unhas dos gatos, acesse nosso artigo exclusivo sobre essa parte do corpo dos felinos.

07. A dieta do filhote de gato

Um filhote de gato, ao contrário do que muita gente pensa, não pode beber leite. Pelo menos, não o leite de vaca. Apenas o de sua mãe.

O desmame, normalmente, acontece de forma natural, e no tempo do gato. Porém, o gato deve ser estimulado a consumir comida felina, desde cedo.

É importante consultar o veterinário, antes de comprar qualquer ração, porque às vezes, seu gato tem alguma doença ou condição que exige um cuidado maior na alimentação.

Mas, nesses primeiros meses de vida, principalmente, evite que seu gato coma qualquer coisa que não seja a ração. Assim, você evita desnutrições e baixas no sistema imunológico dele.

Confira aqui alguns sites com promoções de ração.

06. A pelagem de um filhote de gatos

Quando você adotar um filhote de gato, acostume ele com o ritual da escovação de pelos. Você pode pedir para o petshop fazer isso, mas não é uma coisa difícil.

É importante você usar uma escova de cerdas macias, e de um material antialérgico (nas lojas especializadas há diversas opções).

Isso impede a formação de nós, o acúmulo de sujeira, e bolas de pelos – que vão surgira, mas serão menos frequentes, com a escovação correta.

Lavar os pelos do gato também é essencial. Para isso, procure produtos de higiene próprios para gatos.

Cuidar de seu gato é, também, cuidar de seus pelos.

05. Vacinas e doenças do filhote de gatos

Filhotes de gatos, como crianças, precisam ser imunizadas contra doenças, nos primeiros anos de vida.

Cinco doenças, especificamente, então nos calendários de vacinação de gatos. São a Chlamydia felis, a Calicivirose, a Doença da arranhadura, a gripe felina e a Panleucopenia felina.

Além disso, a leucemia felina e a raiva também são evitáveis pela vacinação.

Quando você vacina seu filhote, você, inclusive, evita que outros gatos da casa, eventualmente, se contaminem (e vice-e-versa).

Além disso, é importante que seu gato seja vermifugado, e esteja sem pulgas e carrapatos, que podem contaminar, inclusive, os humanos da casa.

Leia mais sobre vacinas e doenças aqui. Porém, não se esqueça: todas as orientações de vacinação devem ser dadas pelo veterinário.

04. Impondo limites ao seu filhote de gatos

Impor limites não significa oprimir seu filhote de gato. É simplesmente fazer ele entender que há lugares da casa aos quais ele não pode ir, e coisas que não pode fazer.

Lugares das necessidades, alimentos, horários para dormir, comer e brincar... São coisas simples que seu gato, por ser um animal doméstico, precisa aprender.

Para isso, é importante que o filhote de gato tenha vários brinquedos, para ele não se entediar.

Além disso, você pode tentar sprays educadores, vendidos em petshops. Com eles, você espirra um pouco da essência perfumada no local a ser evitado, acostumando seu gato.

03. O filhote de gatos e outros animais da casa

Se você já for o tutor de outros animais, antes de colocar um filhote de gato em sua vida, veja bem seus amigos antigos: será que eles vão gostar de um novo ser, nas suas vidas?

A pergunta é simples, porque há animais (algumas raças de cães, gatos mais idosos) que simplesmente não suportariam essa ideia. Assim, ter um filhote em casa vai ser uma tremenda dor de cabeça. E às vezes, o pior pode acontecer (com o filhote).

Mas, se você perceber não há problemas, adote o filhote. Mas tenha ciência: seu gato mais velho vai se sentir invadido, e, a principio, ficará meio relutante com o novato. Então, crie o espaço do gato novo, longe do espaço do gato velho. E não mude seu comportamento com o antigo, por causa do novo.

Aumente a quantidade de brinquedos, caixas de areia e arranhadores, também. Adotar um gato novo, é acrescentar gastos novos, e considerar isso é importante. Seu gato velho não vai aceitar um ser diferente fazendo xixi na caixa dele, por exemplo.

02. Castrando o filhote de gato

Castrar um gato é extremamente importante.

Primeiro, isso vai reduzir consideravelmente comportamentos de influência hormonal (como agressividade).

Gatos com seus órgãos sexuais ficam mais propensos a terem um comportamento nervoso.

As gatas, por estímulo hormonal, ficam inquietas, no período do cio. Já os gatos, esses ficam aflitos quando sentem os odores de uma gata no cio, e muitos escapam de casa, nesses dias.

O segundo ponto a favor da castração é no que se refere a doenças.

Canceres, inflamações e afins podem ser evitados com esse procedimento. E, ao contrário do que muitas pessoas falam, ele pode ser feito no Centro de Controle de Zoonoses municipal, de graça.

Apenas se atente para a época. O veterinário poderá dizer o período mais adequado para seu filhote. Mas, em geral, a partir dos 6 meses já é recomendável.

Terceiro, as gestações de um gato são rápidas. Às vezes você prefere esperar um ano, acontece um “acidente” e então sua gata emprenha-se de 12 filhotes... E aí, o que você fará?

Mesmo se você quer ter um gatil, saiba que cada ano, pelo menos 10 gatinhos novos vão nascer,

01. Quando adotar um filhote de gato

A dica mais importante é saber quando o gato pode ser adotado. Criar um filhote é tudo de bom, mas deve ser na época certa. O melhor é você esperar cerca de 60 dias, para afastar o filhote e a mãe.

Seja por saúde, por hábitos, por alimentação... Gatos muito novos vão requerer muito mais cuidados, uma vez que, para eles, tudo é novo.

Assim, é importante adotar apenas de gatis reconhecidos e qualificados. Criadores de “fundo de quintal”, normalmente, não cuidam da mãe de forma adequada, nem dos filhotes, cobrando taxas veterinárias abusivas.

Em outras palavras, eles vendem o filhote, inventando gastos que não existem.

Para evitar isso, você pode procurar mais informações no Clube Brasileiro do Gato.


E você, já teve um filhote? Como foi sua experiência? Ficou alguma dúvida? Tem alguma sugestão? Conte para nós nos comentários.

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