Cachorro

Cólica no cachorro: o que fazer para ajudar?

Você sabe como reconhecer e tratar cólica no cachorro? Não deixe de conferir o que fazer nesses casos e como cuidar do seu pet!

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por Aline Mesquita

Publicado em 13/08/2021

Descubra tudo sobre cólica no cachorro e como ajudar seu amigo!

Descubra tudo sobre cólica no cachorro e como ajudar seu amigo!
Descubra tudo sobre cólica no cachorro e como ajudar seu amigo!

A cólica no cachorro é mais comum do que imaginamos e por inúmeros motivos. Por isso, é essencial que tutores de cães saibam o que fazer e como tratá-los.

Aqui, referimo-nos às cólicas como as dores que geralmente atingem a região abdominal. Isto é, não necessariamente às cólicas menstruais, mas qualquer dor que se dê na região do abdômen.

E embora em um primeiro momento isso possa parecer certamente um problema com estômago, considere que ali estão alojados muitos órgãos do cãozinho. Por exemplo, os do sistema urinário, digestivo e reprodutivo. Por isso, os motivos da dor também podem ser diversos.

Para conhecer mais sobre essa condição em cães e o que fazer ao notar que seu amiguinho está com dor, continue lendo. Hoje preparamos para você um compilado com todas as informações sobre cólicas caninas. Assim, informe-se e cuide do seu pet!

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Como saber se o cachorro está com dor abdominal?

Como saber se o cachorro está com dor abdominal?
Como saber se o cachorro está com dor abdominal?

A dor em humanos se torna muito fácil de descobrir, especialmente pela vocalização dela por quem está sofrendo. Contudo, os cães, embora possam latir, não podem falar na nossa linguagem. Como, então, saber que seu amigo está com dor?

Existem vários sinais que os cães nos dão de que algo não está bem. Conheça alguns desses principais sintomas. Assim, fique atento ao eventual surgimento de um deles.

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Principais sintomas

Dessa forma é possível agir o mais rápido possível e aliviar a dor do pet o quanto antes. São, então, os principais sintomas de dor animal:

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Falta de apetite

Esse é um dos principais sintomas não apenas de dor, mas de cólica no cachorro. Afinal, geralmente os cães são ávidos devoradores de alimentos. Porém, caso o recusem, é preciso dar atenção. Muitas vezes a falta de apetite apenas ocorre momentaneamente. Ainda, algumas raças possuem a “alimentação seletiva”, que se caracteriza por pular uma refeição de tempos em tempos. Caso seu pet se mostre sem apetite, observe se é algo passageiro ou se está se repetindo nas demais refeições;

Isolamento

A cólica no cachorro, bem como outros tipos de dores que possam atingi-lo, geralmente o levam a se isolar. E isso é bem comum em vários tipos de doenças animais.

Portanto, se o seu cão se encontra apático e isolado, investigue se isso não é resultado de dores ou doenças;

Latidos insistentes

Os latidos e uivos podem ser sinais de cólica no cachorro ou de outros tipos de dores. Por isso, busque identificar se há um tom diferente nessas vocalizações ou se eles são mais insistentes.

Ainda, observe se ao tocar no animal, em alguma parte do corpo, esses uivos retornam. Isso pode até mesmo dar indícios da fonte de dor;

Dorso encolhido

Por fim, outro dos sinais de cólica no cachorro se refere ao encolhimento do dorso. Isto é, ao encolhimento de forma a arquear as costas e proteger a região abdominal. Esse é um dos principais sinais e indícios de problemas na região.

Esses são os principais sintomas que um cão com dor apresenta, embora existem outros. Por exemplo, alguns simplesmente passam a dormir mais ou a recusar caminhadas e brincadeiras.

Dessa forma, é imprescindível que você realmente conheça seu pet e sues hábitos.

Seja como for, o surgimento de qualquer um desses sintomas – especialmente de forma insistente – requer uma consulta ao veterinário. Com isso você pode se certificar de que seu pet está bem ou, então, de que receberá o tratamento adequado.

Quanto mais cedo for o diagnóstico e o tratamento, seja qual for a doença, maiores chances de cura e de recuperação. Por isso, lembre-se de manter as consultas veterinárias periódicas, bem como procure o veterinário no surgimento dos sintomas que listamos.

O que pode causar cólica no cachorro?

O que pode causar cólica no cachorro?
O que pode causar cólica no cachorro?

São inúmeros os motivos que podem causar a dor abdominal aos cães. Na verdade, é preciso sempre ver a dor como uma consequência, um sinal. Ela demonstra que algo está errado, fora da conformidade.

Veja, então, os principais motivos da cólica no cachorro e, consequentemente, da dor:

  • Ingestão de alimentos impróprios para cães;
  • Mudança brusca de hábitos alimentares;
  • Alimentação de má qualidade;
  • Doenças inflamatórias ou infecciosas;
  • Presença de parasitas;
  • Excesso de gases;
  • Prisão de ventre, entre outros.

Por isso, os motivos são inúmeros, da mesma forma que os tratamentos e soluções o são. Abaixo, por fim, veja o que fazer para aliviar a cólica no cachorro e como ajudá-lo a se recuperar.

O que dar para aliviar a dor da cólica no cachorro?

Ver nossos companheiros de quatro patas em agonia também nos é agoniante. Por isso, é essencial saber o que fazer para aliviar a cólica no cachorro e para ajudá-lo a se recuperar de forma saudável.

Nesse caso, muitas pessoas recorrem ao uso de medicamentos para tratar a dor dos cães. Em algumas hipóteses, aliás, os tutores adotam até mesmo remédios que são de uso humano. Mas será que isso é seguro?

Pois bem. Assim como a medicação humana de forma livre e sem prescrição médica é prejudicial, fazer isso com seu cão também o é. Especialmente com o uso de medicamentos que sequer são próprios para o organismo deles.

Dessa forma, ao perceber a cólica no cachorro, entre em contato com o médico veterinário. Ele poderá analisar qual é a situação e se uma consulta imediata é necessária. Igualmente, ele prescreverá o que você deverá fazer.

Isso é importante porque dessa forma há consideração da raça e do porte do cão. Da mesma forma, de outras características pessoais dela que possam indicar ou contraindicar este ou aquele tratamento.

Assim, somente ministre medicamentos caso o veterinário indicar. Igualmente, na proporção que ele indicar e da forma como as orientações prescrevem. Tudo isso é ideal para que o seu cão se recupere bem.

Ainda, a cólica no cachorro faz com que eles busquem alguns “matinhos”. Isso ajuda-os na digestão e a melhorar o organismo. Por isso, deixe a disposição dele grama e outras plantinhas não-tóxicas que o veterinário indicar.

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Sobre o autor

Aline Mesquita

Redatora profissional e Analista de Sistemas, apaixonada pela escrita e pelo aprendizado! Especializada em Marketing de Conteúdo e SEO.

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5 dicas para cuidar do seu gato idoso

O tempo passa para todos. Inclusive para os gatos. E, mesmo se ele não for um ancião de 30 anos, viver mais do que 12 anos já é bastante coisa para um felino. O corpo já não é mais o mesmo. Os sentidos já não são tão apurados. Os estomago não aguenta mais todo o tipo de comida.

É, meus amigos, ser um gato idoso não parece ser muito diferente (em questão de saúde) de ser um humano idoso, não é verdade?

Em termos práticos, vamos ao quadro: seu gato acaba de apagar 13 velhinhas, algo em torno de 70 anos. E agora, que cuidados ter? Seu gato pode continuar nas estripulias de sempre? Pode comer tudo o que ele comia? Precisa de algum cuidado diferenciado?

Procurando uma resposta, procuramos essas 5 dicas para fazer seu gato idoso aproveitar a melhor-idade. Confira!

5. Brinque bastante com seu gato

Gatos idosos ficam mais lentos em seus comportamentos, atenção e adaptação às novidades. Em outras palavras, eles ficam rabugentos.

Isso significa que seu gato vai querer brincar menos com brinquedos novos, preferindo os antigos. E, por conta da idade, não vai estar tão ativo, se você não o estimular a isso.

Portanto, é vital que você sempre procure seu gato sênior, brinque com ele, faça ele se movimentar…  Ele precisa ser estimulado, para não sofrer tanto com as mudanças do ritmo cardíaco, densidade dos ossos, flexibilidade, e demais alterações corporais que vem com o tempo.

Além disso, brincando com ele, você evita a sensação de abandono e tédio. Isso pode parecer algo menor (no caso de um gato) – mas são fatores que podem levar ele a sofrer de depressão.

4. Fique atento a qualquer sintoma

Conforme seu gato for envelhecendo, ele ficará mais suscetível a doenças. Mesmo que essas já tenham sido tratadas com vacinas, algumas podem exigir um reforço, agora que ele está mais velho.

No caso de outras, as vacinas nem sempre são 100% eficientes. Além disso, há doenças oportunistas (que vão atacar o gato, nesse momento que o metabolismo começa a ficar mais lento). Também há doenças ósseas, sanguíneas, estomacais e neurológicas…

Em muitas delas, não percebemos os sintomas inicias, porque são condições bem sutis e específicas. Assim, só um veterinário saberá olhar para o animal, e logo perceber um sintoma.

Seu gato também passará por mudanças fisiológicas da idade como, por exemplo, a flexibilidade e resistência a pulos e quedas. Nesse caso, espere por pequenos acidentes.

Pode ser o caso de que antes seu gato pulava do alto do armário para o chão, caia de pé, e continuava andando. Agora, ele cairá meio desajeitado, e talvez até sofra uma contusão.

Normal, ele também está se adaptando às novas condições de seu corpo.

Porém, é importante você notar sinais do corpo do gato, nesses momentos. Se depois de uma queda, ele sai mancando, se não consegue mais se agarrar nos lugares, se está evitando alguma comida…

3. Aumente às idas ao veterinário

Se antes seu gato era um poço de saúde, agora ele está mais suscetível às doenças, mudanças nas condições físicas, alterações no trato digestivo… Gatos também podem sofrer de diabetes, podem ter cáries e desenvolver hipertensão.

Você sabia, por exemplo, que muito provavelmente, seu gato vai perder algum dente, depois de alguns anos?

Além disso, cada gato é um gato. Isso significa que pode acontecer de seu gato ter alguma doença genética rara, e só agora na velhice, essa se manifesta.

Outros problemas do gato idoso podem incluir desnutrição, desidratação, e alergias. Logo, ir ao veterinário com mais frequência é muito importante. Não apenas quando o gato apresentar um sintoma, mas ir preventivamente.

O médico deverá pedir exames de sangue e fezes, talvez uma audiometria. Pense, com mais idade, é muito mais difícil remediar um problema que afetou seu gato, do que prevenir.

2. Mude a dieta

Se antes seu gato comia uma ração seca vigorosa, agora, você talvez precise se adaptar. A ração seca parece uma bolacha, e tem a enorme vantagem de poder ser armazenada por mais tempo, bem como de aguentar mais, na tigela. Em termos de custos, isso significa muita coisa.

A ração úmida, por sua vez, é mole, aguada, parece um paté. Ou seja, é mais fácil de ser mastigada, engolida e deglutida por gatos. E talvez seja necessária, agora que o metabolismo de seu gato está mais lento e sua dentição mais frágil.

Mudar a dieta de seu gato, porém, não é apenas mudar o formato da comida. Pode acontecer de seu gato idoso precisar de um alimento rico em cálcio ou pobre em açúcares. Talvez ela desenvolva alguma alergia específica. Talvez ele precise comer menos. Ou mais.

As necessidades nutricionais do gato idoso são diferentes, das do gato filhote, ou do gato adulto. Mudar a dieta de seu gato pode vir a ser custoso, porém, será mais saudável. O corpo e o estômago dele não são mais os mesmos, então, não pense que a comida também será.

O veterinário, evidentemente, vai saber passar uma orientação melhor, nesse caso.

Outro aspecto da dieta inclui hidratação. Seu gato idoso vai precisar beber mais água, e fornecer esse volume maior dependerá, principalmente, de você. Estimule-o a beber água com bebedouros criativos, e comece a considerar a possibilidade de comprar suplementos (sempre com a orientação do médico-veterinário, claro).

1. Torne a casa adaptada

Tornar a casa adaptada não é apenas reduzir os riscos de queda. É, primeiramente, adotar uma série de mudanças e comportamentos.

Primeiro, considere o espaço e luminosidade da sua casa. Seu gato idoso não conseguirá ver ou ouvir como antes. Então, é importante que a casa esteja bem iluminada.

Além disso, não ponha coisas que seu gato gosta, em lugares altos. Ele poderá querer subir, e tudo o que sobre, uma hora desce – o problema é se seu gato não tiver mais forças para essa descida.

Igualmente, tome o cuidado com objetos, vasos ou móveis em beiradas. Seu gato idoso não vai ter a sagacidade e velocidade de antes, de perceber o acidente, e evitar ele.

Evite mudar os moveis de lugar, a não ser que seja algo extremamente importante. Uma configuração de casa nova significa informação nova, e o cérebro do gato idoso não vai processar a informação tão rápido quanto antes.

Mantenha objetos que não possam ser tocados, arranhados ou mordidos longe do alcance do gato. O ditado “Papagaio velho não aprende truque novo” serve aqui. Seu gato viveu 10, 12 anos como o rei da casa, sabendo dos limites e possibilidades. Agora não adianta muito, você tentar impor regras novas.

Ademais, lembre: gatos, de qualquer idade, ficam muito estressados com mudanças bruscas.

Não mude as caixas de areia de lugar, e tenha cuidado redobrado com a higiene. Ajude seu gato a fazer as necessidades fisiológicas com rapidez, tranquilidade e limpeza. Uma caixa suja vira foco potencial de doenças.

Por fim, gato idoso também sentirá mais frio. Então, arrume uma cama bem aconchegante é vital, para ele ficar tranquilo esses dias.


Concluindo

Enfim, pode parecer que as adaptações são muitas mudanças. Mas é pouco, perto de todo o amor, carinho e dedicação que você deve a ele: seu amigo de quatro patas. Ter um gato idoso em casa não é um aborrecimento – antes, uma oportunidade maravilhosa de continuar convivendo com a bolinha de pelos que você mais adora.


E você, tem um gato idoso em casa? Já teve? Como é/foi a experiência? Que mudanças você precisou fazer, caso já tenha sido tutor de um gato velhinho? Conte para nós nos comentários, dê suas dicas!

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